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Polícia prende suspeitos e PM que tentou se apropriar do revólver de traficantes

Polícia prende suspeitos e PM que tentou se apropriar do revólver de traficantes

GABRIEL MAYMONE

23/01/2015 - 10h00
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A Polícia Civil de Chapadão do Sul (MS) e Paraíso das Águas (MS) divulgou hoje a prisão de quatro traficantes flagrados com 829 quilos de maconha. A prisão aconteceu na terça-feira (20), em uma oficina mecânica, na BR-060, em Paraíso das Águas (MS). Foram presos: Gustavo de Paula Martins (27), Júnio César Martins Teodoro (27), Silvani Alves Pereira (38) e Wender de Assis Santana (29).

Eles estavam em quatro veículos e foram surpreendidos transportando para o Estado de Goiás toda a droga apreendida no interior de um veículo Golf. A ação conjunta dos Policiais Civis das duas cidades, com o apoio da Polícia Militar, resultou na apreensão da droga na cidade de Paraíso das Águas e na prisão dos quatro integrantes da associação criminosa na cidade de Chapadão do Sul. Juntamente com as drogas, foram apreendidas armas, munições e os quatro veículos.

A ação resultou na prisão em flagrante de um Policial Militar que participou da operação, em razão deste ter se apropriado das armas de fogo encontradas junto com as drogas. Toda a droga foi incinerada dois dias depois, na cidade de Chapadão do Sul, com autorização da Justiça.
 

AFOGAMENTO

Idoso é encontrado morto em lagoa após sair para caçar com amigo

Homem entrou na lagoa após avistar um animal e retornou à superfície apenas quando bombeiros localizaram o corpo sem vida

14/07/2026 12h30

Reprodução

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Durante a noite da última segunda-feira (13), um homem de 61 anos morreu afogado em uma propriedade localizada às margens da rodovia estadual, MS-162, entre Dourados e Itahum, distrito do município. O homem teria saído para caçar com um amigo e foi encontrado depois sem vida dentro de uma lagoa.

Segundo informações de jornais locais, identificado como Alilhano Vilalva, o idoso era morador do Parque Alvorada e durante o fim da tarde de ontem saiu com o amigo para caçar capivaras e javalis.

Durante a busca, ambos teriam visto um animal, mas Alilhano Vilalva entrou em uma lagoa existente no local e não retornou à superfície.

O amigo então notou o desaparecimento da vítima e foi em busca de ajuda com a motocicleta na cidade próxima.

No local, as equipes do Corpo de Bombeiros realizou buscas e encontrou o corpo da vítima sem vida.

O caso foi registrado, e está sendo investigado pelas autoridades para entender como ocorreu o afogamento e circustâncias da morte.

Com informações do site Dourados News

alta de 26%

Após queda radical em maio, salários no MPMS voltam a crescer

Em abril, os cerca de 230 promotores e procuradores da ativa custaram R$ 52,9 milhões. Em maio, o valor caiu paraR$ 16,85 milhões. Em junho, subiu para R$ 21,24 milhões

14/07/2026 12h30

Enm média, os salários de promotores e procuradores chegou a R$ 91 mil em junho, ante média de R$ 73 mil pagos em maio

Enm média, os salários de promotores e procuradores chegou a R$ 91 mil em junho, ante média de R$ 73 mil pagos em maio

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Depois da queda de 68% nos gastos com a folha de pagamento dos cerca de 230 promotores e procuradores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul no primeiro mês de vigência das restrições aos penduricalhos impostas pelo Supremo Tribunal Federal, o salário médio subiu quase 26% em junho na comparação com o mês anterior.

Segundo dados do site da transparência divulgados nesta segunda-feira (13), os rendimentos brutos dos promotores e procuradores somaram R$21,24 milhões em junho. No mês anterior, esse montante havia sido de R$16,85 milhões. 

Por conta deste aumento, o rendimento médio dos promotores e procuradores da ativa saltou de R$73 mil, em maio, para R$91 mil no mês seguinte. Conforme determinação do STF divulgada em 25 de março, nenhum promotor ou juiz deveria receber acima de R$78,8 mil, já incluídos os chamados penduricalhos. 

O aumento de salário já no segundo mês após o fim dos supersalários se explica pelo pagamento daquilo que o Ministério Público chama de "Remuneração Eventual ou Temporária -Gratificação Natalina" que foi repassada a cerca de 190 profissionais. O valor individual varia de R$19,8 mil a R$23,2 mil. 

A soma total desta rubrica, que nos meses anteriores havia sido zero, chegou a R$4,12 milhões. Em dezembro do ano passado, mês em que todos os trabalhadores recebem o décimo terceiro salário, esta mesma rubrica havia garantido repasse de R$10,2 milhões aos promotores. 

Mas, apesar do acréscimo de quase 26% na folha de junho na comparação com maio, os R$21,4 milhões de junho ainda estão bem abaixo dos R$52,92 milhões de abril, quando o salário médio foi da ordem de R$230 mil.

Naquele mês,  teve promotor com rendimento bruto de até R$402. E isso não foi um caso isolado. Ao menos nove receberam acima de R$300 mil e outros 175, acima de R$200 mil.

Mas, se a comparação entre os salários relativos a junho for feita com os pagamentos relativos a março, a disparidade é um bem menor. Em março, a folha de pagamento somou em torno de R$28,3 milhões. Ou seja, a economia aos cofres públicos em decorrência da decisão do STF  foi de quase R$7 milhões no mês passado.

Além do salário-base, que varia entre R$33.998,99 e R$41.845,48 (R$9,07 milhões), o salário bruto dos promotores e procuradores de junho foi composto, principalmente, pela chamada gratificação natalina (R$4,12 milhões). 

Além disso, eles receberam a chamada Parcela de Valorização por Antiguidade na Carreira (R$ 2,22 milhões), auxílio-saúde (R$1,35 milhão) e Gratificação pelo Exercício Cumulativo de Cargo, Função, Ofício ou Atribuição (R$3,07 milhão).  Chamado de GAF, este último penduricalho garantiu em torno de R$14 mil, líquidos, à maior parte dos profissionais

AVAL DO TCE

Na última sexta-feira (10) o Tribunal de Contas do Estado (TCE) deu aval para que  o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e o Ministério Público voltem a pagar supersalários às duas categorias de servidores públicos. 

Após consulta conjunta feita pelo presidente do TJMS, Dorival Renato Pavan, e do chefe do MPMS, Romão Avila Milhan Júnior, o Tribunal de Contas divulgou parecer dizendo que "as verbas de natureza indenizatória não integram o cômputo da despesa com pessoal (arts. 18, 19 e 20 da Lei de Responsabilidade Fiscal)". 

Isso, segundo um jurista ouvido pelo Correio do Estado e que pediu para ter a identidade preservada, é uma manobra para que os órgãos públicos possam pagar verbas indenizatórias acima do teto. E, sobre estes valores não incidem imposto de renda, previdência e ainda saem do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ou seja, trata-se de uma clara tentativa de driblar as decisões tomadas pelo STF em 25 de março deste ano e manter os altos salários, explica o advogado.

O Relatório Justiça em Números, divulgado no dia 24 de junho, revela que o custo médio mensal dos 217 juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul em 2025 foi de R$154.153,00, o terceiro maior do país. 

 

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