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OPERAÇÃO NARCOS

Piloto preso durante ação policial contra tráfico com utilização de aeronaves

Ações acontecem em Campo Grande, São Gabriel do Oeste e Ponta Porã
04/08/2017 11:24 - MARESSA MENDONÇA E RENAN NUCCI


 

A Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco) deflagrou hoje a “Operação Narcos”, desdobramento da “Operação Ícaro” que investigou irregularidades e esquema de furto de peças de aeronaves. Desta vez, a polícia apura a utilização de aeronaves pelo narcotráfico em Mato Grosso do Sul. 

Mandados de prisão e busca e apreensão estão sendo cumpridos em Campo Grande, São Gabriel do Oeste e Ponta Porã. 

Uma das ações policiais ocorre na empresa Dínamo Empreendimentos, localizada no cruzamento da Avenida Fábio Zahran com a Fernando Corrêa da Costa. Outra em escritório de contabilidade da Rua Sete de Setembro. 

Um piloto de Campo Grande foi preso por investigadores da Deco em Ponta Porã. Segundo a polícia, ele auxiliava na manutenção das aeronaves consciente de que seriam usadas para o transporte de droga. 

Outro mandado de busca e apreensão será cumprido em hangar de São Gabriel do Oeste. 

OPERAÇÃO ÍCARO

A Operação Ícaro foi deflagrada no fim de outubro de 2015, quando foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em quatro residências, uma oficina aeronáutica não homologada no bairro Dom Pedrito e uma oficina aeronáutica instalada no Aeroporto Santa Maria.

Na oficina do bairro Dom Pedrito foram apreendidas várias peças para uso aeronáutico, já na oficina do aeroporto, uma aeronave modelo Cessna 180 foi apreendida para averiguação de hélice com suspeita de ser produto de furto.

Com o andamento das investigações, equipe da Deco apurou que uma aeronave apreendida em junho de 2015 sofreu acidente em aeroporto da Capital, porém, o operador não comunicou o fato a ANAC, providência obrigatória por lei.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.