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TENSÃO NO PRESÍDIO

Plano de fuga pode ter motivado pente-fino em penitenciária de Dourados

Agepen alega que ação já estava prevista em cronograma
17/10/2019 11:42 - BRUNA AQUINO


 

O pente-fino realizado na Penitenciária Estadual de Dourados (PED) pode estar ligado a um plano de fuga por parte dos detentos.  Ação realizada pelos agentes da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) com o auxílio do Batalhão de Choque da Polícia Militar, na manhã desta quinta-feira (17), é voltada na busca de objetos ilícitos dentro do presídio. Atualmente, a unidade abriga mais de 2 mil presos, o triplo de capacidade que o local comporta. 

A suspeita de que havia plano de fuga não é de hoje. Segundo informações apuradas pela reportagem, no final de semana passado agentes receberam informações sobre um possível plano de fuga no local o que chamou a atenção dos agentes.

A Agepen confirma que no último final de semana obteve informações sobre um possível plano de fuga e junto com a Polícia Militar, que é responsável  pela guarda das muralhas, reforçou a segurança, como medida preventiva, mas que a operação de hoje não tem ligação com a possível fuga dos detentos. 

Em nota, a agência informou que a operação desta quinta-feira já é de rotina dentro do cronograma de ações da Agepen. Ainda informou que o Batalhão de Choque da Polícia Militar realiza a retirada dos internos das celas e faz a contenção  e os agentes penitenciários realizam as vistorias nas celas. A operação acontece conforme disponibilidade das forças de segurança.

ÚLTIMA FUGA
No dia 26 de setembro, homem de 37 anos, conhecido como o Roni, conseguiu deixar a PED após escalar o muro de contenção. Ele estava na companhia de outros internos que também tentavam deixar o presídio e ainda não foi capturado. Ele cumpria pena por tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma. 

 

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!