COOPERAÇÃO

Ex-policial de MS é preso por envolvimento em assassinato em MG

Polícia mineira cumpriu três mandados de prisão
15/05/2019 14:33 - FÁBIO ORUÊ


 

Polícia Federal de Mato Grosso do Sul contribuiu com a Polícia Civil de Minas Gerais para a prisão de três envolvidos em um duplo homicídio, que aconteceu em Rio Pomba (MG), no dia 11 de janeiro do ano passado. Um dos suspeitos é o ex-policial militar do Estado, Silvio César Molina Azevedo, apontado como chefe de quadrilha que abastecia facções criminosas na fronteira.

Na operação da polícia mineira, crime envolve briga entre quadrilhas arquirrivais de tráfico nacional e internacional de drogas, entre elas, uma que foi desarticulada na “Operação Laços de Família”, que atuava em Mundo Novo. A PF compartilhou provas colhidas na ação para auxiliar na investigação dos homicídios de Nasser Kadri e Eneas Mateus de Assis, na cidade mineira, que apontou as quadrilhas.

Após a finalização dos trabalhos hoje (15), a 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Leopoldina, deu cumprimento a três mandados de prisão temporária, contra Alan Faria Ruback, de 44 anos, que foi preso em Recreio (MG), enquanto que o ex-policial militar de Mato Grosso do Sul, Silvio Cesar Molina Azevedo, de 47 anos, foi preso em Rio Grande do Norte. Já Marco Aurélio Scheffer, de 39 anos, foi preso em São Paulo.

Molina foi preso também na Operação Laços de Família, em junho do ano passado, apontado pela Polícia Federal como o chefe da quadrilha considerada como uma máfia na região Conesul de Mato Grosso do Sul e que abasteciam facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) com drogas em todo País. Outras 20 pessoas foram presas na operação.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".