VEJA O VÍDEO

Perseguição tem tiros disparados e apreensão de tonelada de maconha

PRF diz que foi usada bala de borracha para que suspeito parasse o veículo
22/05/2019 17:13 - GLAUCEA VACCARI


 

Perseguição policial no perímetro urbano de Campo Grande terminou com a prisão de um homem de 33 anos e apreensão de quase duas toneladas de maconha pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação aconteceu na avenida Gury Marques. 

Parte da perseguição foi filmada por ouvinte da Rádio Mega 94. No vídeo, é possível ver momento que o motorista de uma Hillux vermelha entra em uma rua, abandona o veículo e começa a fugir correndo. Nas imagens também é possível ver uma viatura da PRF no encalço e o policial também descendo e indo atrás do rapaz. Barulhos de tiro são ouvidos. 

De acordo com a PRF, o veículo tinha placas aparentes de São Bernardo do Campo (SP) e equipe deu ordem de parada na BR-163, sendo desobedecida pelo motorista que iniciou fuga. 

Foi feita a perseguição e, após alguns quilômetros, já na área urbana, foi necessário o uso de munição de elastômero, que são balas de borracha, para que o suspeito parasse o veículo. O motorista perdeu o controle do veículo e parou em um terreno às margens da avenida Gury Marques e tentou fugir a pé, sendo alcançado e preso.

Dentro da caminhonete foram encontrados 2.323 tabletes de maconha, que totalizaram 1,86 tonelada da droga;

Suspeito disse que pegou a caminhonete já carregada com a droga em Nova Alvorada do Sul e entregaria em Campo Grande, onde receberia R$ 5 mil pelo transporte. 

Em checagem ao sistema, também foi constatado que o automóvel é original de Monte Sião (MG), com registro de roubo na cidade no dia 19 de fevereiro. 

O preso, o veículo e a droga foram encaminhados à Polícia Civil.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".