VANTAGENS

'Penduricalhos' do MPE custam<br> R$ 42 milhões por ano

No Ministério Público, além do salário-base, contracheque vem com ajudas
05/07/2017 06:30 - DA REDAÇÃO


 

O Ministério Público Estadual, que já gasta aproximadamente R$ 42 milhões por ano com benefícios salariais, mais conhecidos como “penduricalhos”, reajustou mais uma destas vantangens concedidas a promotores e demais servidores. 

O auxílio pré-escolar, verba oferecida para ajudar na escola dos filhos dos funcionários da entidade, subiu de R$ 696 para R$ 725, aumento de 4,1%. Se o servidor tiver mais de um filho em idade escolar, ele poderá receber o dobro do valor: R$ 1.450,00.

A estimativa de gasto anual do MPE com benefícios aos servidores foi feita com base nos “penduricalhos” pagos em maio, o mais recente disponibilizado no Portal da Transparência da instituição. Foram R$ 3,5 milhões de vantagens pagas adicionalmente aos salários. 

Os R$ 42 milhões gastos por ano com estes benefícios, por exemplo, seriam suficientes para concluir a obra do Aquário do Pantanal, em Campo Grande, paralisada há dois anos. 

Só no mês de maio, o último em que o MPE prestou contas à população em seu Portal da Transparência, o auxílio pré-escolar custou R$ 181.656,00 aos cofres públicos. 

Além dos R$ 180 mil do auxílio pré-escolar, também gasta R$ 1.088.637,88 com auxílio-alimentação (o valor, por servidor varia de R$ 929 a R$ 1.523,55); R$ 1.120.811,45 com a assistência médico-social (cujo valor máximo por servidor é o mesmo do auxílio-alimentação); e R$ 1.134.750,00 com auxílio-moradia.

*Leia reportagem, de Eduardo Miranda, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".