Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CONTRA AUTORIDADES

PCC planejava atentados<br> com armamento pesado

Fuzil AR-15, apreendido no fim de semana, seria para atacar autoridades
31/08/2017 06:00 - DA REDAÇÃO


 

A Justiça decretou prisão preventiva de Djalma da Silva Moreno, 50 anos, flagrado pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar na noite de sábado, em Campo Grande, com fuzil americano, submetralhadora e outros armamentos com grande poder de fogo.

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita é de que o autor forneceria o arsenal para atentados contra agentes da segurança pública em celebração ao aniversário de 24 anos da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), comemorado pelo crime organizado nesta quinta-feira. Considerando o risco, o juiz Olivar Augusto Roberti Coneglian decidiu mantê-lo recluso.

Na data da prisão, os policiais do Choque encontraram na casa do autor, localizada no Jardim Inápolis, na região do Indubrasil, um fuzil 556 Spikes Tactical Apopka, modelo AR-15, fabricado nos Estados Unidos, com mira holográfica (que aumenta a precisão em disparos de reflexo) e dois carregadores.

A arma, avaliada em aproximadamente 800 dólares, tem capacidade de destruição considerável e mantém letalidade com alvos em até 550 metros de distância.

Também foi apreendida uma submetralhadora Rugger calibre nove milímetros com um carregador – ela é considerada pelos militares como ideal a confrontos em curta distância.

No local, havia ainda uma pistola calibre 765 com carregador e 10 munições intactas. No quarto dele, dentro de uma sapateira, foram recolhidas 341 munições, entre as quais, 29 de calibre 762, 99 de 556, 84 de calibre 9 milímetros, 37 de 380, 33 de calibre 38, 30 de 765 e 20 munições de calibre 32, além de uma espingarda.

Na semana passada, a facção anunciou em todo o País que, para comemorar o aniversário, mataria juízes, promotores, delegados, policiais e rivais nos presídios.

*Leia reportagem, de Renan Nucci, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.