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Campo Grande - MS, segunda, 17 de dezembro de 2018

Tribunal do Júri

Onze testemunhas são ouvidas em 2ª audiência do caso de assassinato em show

Agente penitenciário matou rapaz após briga no ano passado

16 ABR 2018Por GLAUCEA VACCARI15h:29

Testemunhas de defesa e acusação serão ouvidas hoje na segunda audiência do caso do agente penitenciário federal Joseilton de Souza Cardoso, 37 anos, acusado de matar Adolso Ferreira dos Santos, 23, em setembro do ano passado, durante show realizado no estacionamento do shopping Bosque ds Ipês, em Campo Grande. Audiência é realziada na 1ª Vara do Tribunal do Júri, pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida.

Advogado do agente penitenciário, José Roberto da Rosa, disse ao Portal Correio do Estado que serão ouvidas duas testemunhas de acusação que não compareceram na primeira audiência, realizada no dia 5 de fevereiro, e oito testemunhas de defesa.

“Se der tempo, ele também será ouvido ainda hoje”, afirmou o advogado. A tese sustentada pela defesa para o crime é que o agente penitenciário agiu em legítima defesa ao ser agredido pela vítima.

Já a acusação afirma que houve excesso na ação do agente penitenciário e que não houve legítima defesa.

O CRIME

Depois de show de dupla sertaneja Henrique e Juliano, que aconteceu em Campo Grande na noite de 23 de setembro de 2017, Adilson Ferreira dos Santos, foi assassinado ao ser alvejado por agente penitenciário na madrugada do dia 24, por volta das 3h.

O crime teria acontecido logo depois que o evento havia terminado. Uma das versões para o crime é que a vítima e o suspeito dos disparos discutiram por conta de uma copo de água e Adilson teria dado um soco no agente penitenciário, que revidou com os tiros. Uma outra linha que testemunhas relataram é que ambos haviam discutido sobre quem usaria primeiro o banheiro químico até ocorrer o disparo.

O show aconteceu na área do estacionamento do Shopping Bosque dos Ipês, na Capital. O centro comercial emitiu nota de esclarecimento e informou que o evento foi realizado dentro das normas exigidas de segurança com apoio das Polícias Civil e Militar.

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