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SEGURANÇA PÚBLICA

Onda de violência 'sobra' até para radar no Aero Rancho

Posto da PM fica a 90 metros de avenida
09/11/2019 10:30 - BRUNA AQUINO E ALÍRIA ARISTIDES


 

Onda de violência e a falta de segurança na região do Aero Rancho  já sobrou até para radar localizado na avenida Gunter Hans, região sul de Campo Grande. O equipamento foi atingido por disparos de arma de fogo por bandidos da região há quatro meses e não foi substituído por outro. 

Não são apenas os tiroteios que preocupam moradores e comerciantes da região. Roubos e furtos são frequentes e a  população reclama.

Gilson Matias, de 37 anos, é dono de uma borracharia que fica em frente ao radar baleado. Ele contou à reportagem do Correio do Estado que presenciou o crime contra o patrimônio público. “Isso aconteceu faz algum tempo, tem 4 meses. Dois caras em uma moto passaram e um atirou contra o radar. Eu vi e ouvi, mas não é só isso, têm muitos noiados na região, já me roubaram fio de cobre, a chave e quando a gente vê no outro dia não tem mais nada”, contou o empresário. 

Proprietária de uma fábrica de concreto e telhas, Angela Castro contou ao Correio do Estado que já se acostumou com a violência na região. “Tem quatro meses que entraram e roubaram ferramentas daqui, quebraram telhados, colocaram fogo nas salas, roubaram mais duas lojas ali pra baixo. Não é a primeira vez, acontece muito”, disse a empresária. 

Com tantas reclamações, a população acredita que já está a mercê do crime, uma vez que o posto da Polícia Militar da região fica a apenas 90 metros de distância da avenida onde há maior incidência dos crimes. 

O Correio do Estado questionou o comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Waldir Acosta, sobre as reclamações e falta de segurança na região, mas não houve resposta sobre o caso. 

A reportagem também entrou em contato com a empresa que administra os radares da cidade, a Perkons, sobre a troca do aparelho baleado, mas também não houve retorno.


*Com informações da Rádio Mega 94

 

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.