MEIO AMBIENTE

Número de queimadas aumenta 73,7% este ano em MS

Para combater incêndios, Corpo de Bombeiros aumentou efetivo operacional em 75%
18/08/2015 18:20 - DA REDAÇÃO


A quantidade de queimadas em Mato Grosso do Sul entre 1º de janeiro e 17 de agosto deste ano aumentou 73,7% em relação ao mesmo período de 2014. Só em Campo Grande, o Corpo de Bombeiros recebe uma média de 30 solicitações diárias para atendimento de ocorrências envolvendo focos de incêndio em vegetações, terrenos baldios e pastagens. Para coibir as queimadas comuns em época de estiagem e evitar acidentes, a Corporação aumentou em 75% o efetivo operacional de combate a incêndio.

Em julho, quando teve início a estiagem no Estado, o Comando-Geral do Corpo de Bombeiros emitiu uma normativa autorizando os comandantes de batalhão remanejar militares do administrativo para o operacional, formando os Grupamentos de Combate a Incêndio Florestal (GCIF). Na Capital, os quartéis do Parque dos Poderes e da Avenida Costa e Silva formaram novas equipes, o que aumentou em 75% a quantidade de militares no operacional. O reforço chegará a 100% quando o Comando-Geral redistribuir os militares.

Dados do Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), revelam que o Corpo de Bombeiros do Estado atendeu 1.152 ocorrências de incêndios em áreas verdes de 1º de janeiro até 17 de agosto de 2015. No mesmo período do ano passado, os atendimentos somaram 663 casos. O aumento é de 73,7%, sendo que as ocorrências atendidas de janeiro a primeira quinzena de agosto desse ano (1.152) já ultrapassam as registradas em todo o ano de 2014 (1.044).

Em Campo Grande e nos 11 municípios do entorno, o Comando Metropolitano dos Bombeiros (CMB) atendeu 424 ocorrências de incêndios entre 1º de janeiro e 17 de agosto de 2015. Nas outras 67 cidades, no mesmo período, o Comando dos Bombeiros do Interior (CBI) registrou 232. Em 2014, também entre 1º de janeiro e 17 de agosto, o CMB atendeu 424 ocorrências de incêndio e o CBI, 728.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".