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Novo sistema não permite comprar placa Mercosul em outros estados

Proprietário não pode cruzar a divisa para pagar mais barato pelo ítem obrigatório
06/02/2020 05:30 - RICARDO CAMPOS JR.


 

A placa Mercosul não tem mais a sigla de Mato Grosso do Sul e o município onde foi registrada, mas a mudança não permite que donos de veículos cruzem a divisa para comprar a identificação visual, mesmo dando entrada na documentação no Estado.

Conforme o Departamento de Trânsito (Detran-MS), o Certificado de Licenciamento (CRLV) e o Certificado de Registro (CRV) são de origem local, assim como a autorização para “imprimir” a sequência alfanumérica nas chapas.

Futuramente, conforme o órgão, quando o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) autorizar, o proprietário poderá emitir a segunda via em caso de deterioração, perda ou extravio em outras unidades da Federação.

Por enquanto, a única cidade além da divisa que já tem estampadora credenciada pelo governo local é Santa Fé do Sul (SP), que fica a 52,9 quilômetros de Aparecida do Taboado. Lá, a Placasil cobra R$ 120 a unidade e R$ 210 o par.

Em Mato Grosso do Sul os preços cobrados pelas credenciadas caiu 10% entre segunda e terça-feira.

A Íons Placas baixou em 10% o valor cobrado pela identificação veicular, que passou a ser de R$ 134 a unidade. No caso dos automóveis, o emplacamento fica R$ 268, já que eles precisam de duas chapas. Antes a empresa cobrava R$ 290 (carro) e 150 (moto), que agora passou a ser R$ 140.

Já a GR Placas descontou 9,33% do preço original e passou a cobrar R$ 136 pela unidade. A empresa tinha o serviço mais caro entre as concorrentes para os veículos com mais de duas rodas, que antes chegava a R$ 300 e agora passará a ficar R$ 272.

A Placar, por sua vez, baixou de R$ 290 para R$ 272 o par para carros, o que representa uma queda de 8,27%. Nas cidades de Dourados e Três Lagoas, a redução foi de 6,89%, passando de R$ 290 para R$ 270.

Contudo, mesmo com a pequena queda dos preços, a Capital continua com os valores mais salgados do país, agora perdendo apenas para Fortaleza (CE), onde as placas custam R$ 280 para carros e R$ 180 para motos.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".