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REAJUSTE

Na Assembleia, servidores pedem que abono seja mantido por três anos

Grupo foi ao plenário e, em seguida, seguiram para a Governadoria
23/05/2019 12:29 - IZABELA JORNADA


 

Servidores públicos do Estado foram novamente até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, na manhã de hoje,  pedir para que Governo reveja a proposta da manutenção do abono de R$ 200. Eles querem que o Executivo garanta o benefício por mais três anos e não apenas por doze meses, como prevê a proposta que foi entregue pelo secretário Roberto Hashioka na manhã de ontem. 

“Não há segurança nenhuma. E depois de um ano, como que fica?” Indagou Jaime Teixeira, presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de MS (Fetems). Teixeira alega ainda que há servidores ganhando menos que um salário mínimo e que o governo precisa recompor a inflação. 

Após a presença da Assembleia, os servidores seguiram a pé com destino à Governadoria, onde devem se manifestar contra o "descaso do governador".

REAJUSTE

A maioria dos deputados da Assembleia Legislativa defendem que o Governo do Estado foi prudente ao não dar o reajuste salarial para os servidores. “Não tem segurança financeira que possa garantir pagamento. A vontade é uma coisa, mas temos que ver a realidade”, afirmou Gerson Claro (PP).

O deputado Marçal Filho (PSDB) também disse que o governo tem feito esforço enorme para poder ceder o abono e que o reajuste já é mais complicado mesmo. 

Barbosinha adiantou que semana que vem o abono será votado na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) para que a matéria seja apreciada em plenário. “Mesmo diante das dificuldades, o governo está sensível a manutenção do abono”.

Projeto poderá tramitar em regime de urgência e, na terça feira (21), a proposta poderá ser encaminha a plenário.

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.