EX-CANDIDATO

Mulher que matou marido <br>da amiga se apresenta à polícia

Suspeita responderá por homicídio doloso, disse delegada
13/07/2017 17:20 - MARIANE CHIANEZI


 

Marielli Somões Burgo, suspeita de assassinar a tiros o marido da amiga, Reinaldo Martins de Souza, de 59 anos, conhecido como 'Reinaldo Caburé', apresentou-se na delegacia ontem (12), dois dias após o crime. Mulher alegou legítima defesa, pois Caburé teria desferido golpes de facão contra ela.

Conforme a delegada Joilce Silvera Ramos, Marielli chegou na unidade policial acompanhada da advogada e prestou depoimento por mais de duas horas. “Ela alegou legítima defesa porque, segundo ela, Reinaldo teria agredido ela com dois golpes de facão, não com o lado do corte, e quando foi dar o terceiro golpe, ela atirou” disse ao Portal Correio do Estado.

Ainda de acordo com a delegada, versão da suspeita bate com a das testemunhas. Marielli não foi presa e responderá por homicído doloso. “Ela vai à juri e se entenderem que foi mesmo legítima defesa, ela será absolvida”, finalizou Joilce.

CASO

Reinaldo e a esposa estavam hospedados em uma casa junto à Marielli e mais outras quatro pesosas. Na madrugada, o casal começou a discutir e acordou todos que ali estavam.

Kaburé estaria com uma arma e estava muito nervoso, ameaçando a companheira, com a qual sempre teve atritos, disse a delegada. As testemunhas teriam desarmado Reinaldo, mas ele foi até a cozinha e retornou com um facão.

Com a arma branca, Kaburé partiu para cima de Marielli. Ela pegou o revólver que estava no chão e atirou. Em seguida, ela fugiu do local.

Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas a vítima morreu no local. Arma do crime foi apreendida e até o momento, Marielli não havia se apresentando na delegacia.

Corpo de Reinaldo, que foi candidato à vice-prefeito na cidade em 2008, foi velado em Maracaju. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".