Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

ESTIAGEM

Julho inicia período considerado crítico para ocorrência de incêndios em MS

Mato Grosso do Sul é o 5º estado do país com maior número de focos de incêndio

1 JUL 2017Por GLAUCEA VACCARI15h:50

Mato Grosso do Sul registrou 998 focos de calor no primeiro semestre deste ano, sendo o quinto estado do país com maior número de focos. Neste mês, se inicia o período considerado crítico pelo Corpo de Bombeiros, quando estiagem eleva ainda mais os focos de incêndio.

Segundo os bombeiros, de janeiro até ontem, foram registrados 852 incêndios em vegetações sul-mato-grossenses, mas incidência deve ser maior entre julho e setembro.

Corumbá é a cidade com maior número de ocorrências. Entre as causas para os altos índices, estão as características naturais e a fronteira. Neste ano, o principal incêndio ocorrido na cidade veio da Bolívia.

Monitorados por satélite, todos os pontos onde a temperatura ultrapassa 47°C são condiderados focos de calor. Medição é feita pelo Instituto de Pesquisa Espacial (Inpe) e serve para nortear o trabalho de prenvenção e controle.

Com a chegada do inverno, que teve início no dia 21 de junho, estiagem e massas de ar seco costumam elevar esses pontos.

Segundo o chefe do Centro de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Waldemir Moreira Júnior, com a chegada do inverno, que teve início no dia 21 de junho, estiagem e massas de ar seco costumam elevar esses pontos.

“Acabou de iniciar o período da seca. No primeiro semestre choveu bastante, a vegetação cresceu, acumulou combustível. Em 30 dias sem chuva, aquela vegetação que acumulou começa a secar, em julho começa a queimar e até setembro são os meses considerados críticos”, explicou.

No ano passado, no período da estiagem os focos de calor aumentaram significativamente.

Em junho, eram apenas 120. No mês seguinte, com o início do inverno, passaram a 687, subiram para 1.473 em agosto e chegaram a 1.614 em setembro.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também