PORTA PORÃ

MS não quebrou porque reformou previdência, diz Azambuja

Das 27 unidades da federação, 21 atrasam ou parcelam a folha de pessoal
25/05/2019 18:03 - DA REDAÇÃO


 

 Ao lado da ministra da Agricultura, Tereza Cristina Correa da Costa, o governador Reinaldo Azambuja voltou a defender, neste sábado (25.5), em Ponta Porã, as reformas em âmbito federal e afirmou que Mato Grosso do Sul não quebrou porque aprovou as mudanças previdenciárias, no que é de competência do Estado.

Mato Grosso do Sul faz parte de um grupo seleto de estados que mantêm os investimentos e os salários em dia. Das 27 unidades da federação, 21 atrasam ou parcelam a folha de pessoal.

“A reforma não é do governo Jair Bolsonaro, é para o Brasil. Se não olharmos com atenção, cada vez mais teremos privilegiados em alguns setores enquanto a maioria paga a conta. Hoje, Mato Grosso do Sul não está quebrado porque a Assembleia Legislativa teve a coragem de votar a Reforma da Previdência”, disse Reinaldo Azambuja.

A declaração foi feita durante a inauguração da ampliação da estrutura de armazenamento de sementes da empresa Jotabasso,

Em 2017, mesmo enfrentando críticas, o governo de Mato Grosso do Sul unificou os dois regimes previdenciários, alterou a alíquota de contribuição e reduziu o déficit.

A ministra da Agricultura também destacou o enfrentamento realizado pelo governo estadual e defendeu as reformas. “Hoje o Estado está sobrevivendo graças ao pulso firme do governador”, disse.

Participaram ainda do evento os secretários de Estado Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégica), Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e Sérgio de Paula (especial de Articulação Política), presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Corrêa, e o também deputado estadual Gerson Claro, deputado federal Beto Pereira, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária (Famasul), Maurício Saito, além de prefeitos, diretores da empresa e clientes.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".