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UNIÃO

MS e Paraguai prometem cooperação para combater crime na fronteira

Região é dominada por facções criminosas e tráfico de drogas e armas
10/07/2019 11:12 - RAFAEL RIBEIRO


 

Durante audiência do secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, com o ministro da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai, Arnaldo Giuzzio, nesta terça-feira (9), assuntos importantes foram debatidos, entre eles está o fortalecimento das relações do Governo de Mato Grosso do Sul com as autoridades paraguaias em relação ao enfrentamento aos crimes transfronteiriços. O encontro aconteceu na Embaixada do Brasil, em Assunção.

De acordo com Videira, a conversa foi positiva e algumas medidas serão adotadas.

“O nosso objetivo é realizar operações integradas entre as forças de segurança, compartilhar informações e dados estatísticos que permitam aplicação de inteligência artificial. Também falamos sobre outros temas voltados principalmente para elaboração de estratégias de combate ao crime organizado que age na fronteira dos dois países”, pontuou o chefe da Sejusp, que fez questão de agradecer a receptividade do ministro paraguaio.

Mato Grosso do Sul possui 1.517 quilômetros de fronteira, dos quais 1.131 com o Paraguai e 386 com a Bolívia. Desses, 549 quilômetros são de fronteira seca, o que o torna vulnerável, fazendo com que seja a principal porta de entrada de drogas e armas no País.

Somente neste primeiro semestre de 2019 foram apreendidas pelas forças estaduais de segurança cerca de 180 toneladas de entorpecentes, desse total 131 toneladas na região de faixa de fronteira.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.