TRANSPORTE IRREGULAR

MPT aguarda laudo da PRF para apurar se vendedores eram mantidos em escravidão

Seis trabalhadores eram transportados em compartimento de carga de caminhão
19/06/2017 19:00 - GLAUCEA VACCARI


 

Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPR/MS) investiga se trabalhadores transportados em caminhão baú tinham relação empregatícia com o responsável pelo transporte irregular. Órgão aguarda relatório da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para prosseguir com a investigação.

Durante fiscalização no sábado (17), PRF encontrou os trabalhadores conduzidos de forma irregular  na BR-262, perto de Terenos. Motorista de 46 anos transportava seis pessoas no compartimento de cargas, com portas trancadas com cadeado. Eles trabalhariam como vendedores no município.

Diante das condições inadequadas de transporte , MPT foi acionado para acompanhar a ocorrência e tomar providências pertinentes a apuração das responsabilidades administrativas e criminais.

Assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho informou que o procurador Paulo Douglas Almeida de Moraes foi até o local, mas que é muito precipitado dizer que se trata de crime de condições análogas a escravidão.

Conforme o MPT, procurador avalia se havia algum tipo de situação empregatícia para apurar se transporte se o transporte configura trabalho escravo ou situação degradante.

Para esta apuração, órgão aguarda laudo da PRF sobre a ocorrência e não há prazo para o fim da apuração.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".