Cidades

PREPARA O GUARDA-CHUVA

Meteorologia prevê chegada de nova frente fria para Mato Grosso do Sul

Previsão indica pancadas de chuva intensas e queda nas temperaturas

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Nesta terça-feira (26) o calor se despede porque a chegada da frente fria está prevista já para está quarta-feira em Mato Grosso do Sul. Hoje, a convergência de ventos úmidos e quentes de norte se aprofunda no estado, promovendo pancadas de chuva e trovoadas em todas as mesorregiões apenas no decorrer da tarde. 

Na quarta-feira (27), a aproximação de uma frente fria deixa o tempo ainda mais instável com, pancadas de chuva e trovoadas mais intensas, abrangentes e duradouras, além do declínio de temperaturas, mínima pode registrar 18°C, cenário bem diferente dos últimos dias que chegou a marcar 21°C. . 

Já na quinta e sexta-feira, as instabilidades estarão ainda ativas no norte e leste, principalmente, com menor chance de chuva no sudoeste do Estado.

CAPITAL
Em Campo Grande, o tempo será parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas potencialmente fortes, principalmente à tarde. Com o retorno da frente fria, prevista para amanhã, o tempo deverá ficar nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas por vezes fortes. A temperatura máxima fica em torno de 28°C e umidade relativa do ar aumenta para 65%.

Cidades

MP junto ao TCU pede apuração sobre atos do BC e INSS no mercado de crédito consignado

Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, solicitou nesta quarta-feira, 8, a apuração dos atos do Banco Central do Brasil

08/04/2026 23h00

Crédito: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

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O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) solicitou nesta quarta-feira, 8, a apuração dos atos do Banco Central do Brasil (BC) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na regulação e fiscalização do crédito consignado, com atenção à proteção de consumidores classificados como hipervulneráveis.

A representação pede ainda a realização de auditoria sobre o funcionamento do mercado de consignado no sistema bancário, com foco na estrutura dos produtos ofertados, na transparência das informações fornecidas aos consumidores, nos mecanismos de supervisão e sancionamento e nos impactos sobre aposentados, pensionistas e idosos de baixa renda.

O pedido formal relata o contexto de endividamento no País via cartão de crédito consignado. Segundo os argumentos apresentados, há ausência de "faturas claras", complexidade dos mecanismos de amortização e "falta de transparência" sobre o custo total do crédito.

"Na origem do impasse, emerge uma frágil supervisão regulatória sobre o sistema financeiro responsável pela controversa oferta híbrida, como se indistinta fosse, de crédito consignado e de crédito rotativo vinculado a cartão de crédito consignado, cujos riscos, limites mensais de desconto do valor da margem consignável do benefício e limites máximos de taxas de juros são estruturalmente díspares", diz a representação.

Se o TCU acatar o pedido, após o fim da auditoria, poderão ser emitidas determinações e/ou recomendações ao INSS e ao BC para, por exemplo, revisão de normas, aperfeiçoamento de mecanismos de supervisão e prevenção de práticas eventualmente abusivas no crédito consignado.

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Cidades

Não existe autoinjetor de adrenalina no Brasil, alerta entidade após apreensão de produto

Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, emitiu um alerta nesta segunda-feira, 7, reforçando que não existe nenhum dispositivo de adrenalina autoinjetável no país

08/04/2026 22h00

Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) emitiu um alerta nesta segunda-feira, 7, reforçando que não existe nenhum dispositivo de adrenalina autoinjetável no Brasil aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

A publicação ocorre após a agência determinar a apreensão do autoinjetor de adrenalina Epipen, importado pela Farmácia Pague Menos, por não ter registro no órgão. "Medicamentos clandestinos não têm garantia de composição, origem, eficácia e segurança", diz a Anvisa, em comunicado publicado na quinta-feira, 2.

Em nota, a Pague Menos afirma que tomou ciência da determinação da agência, mas nega importar e comercializar o produto. "A rede reafirma estar em conformidade com as orientações das autoridades sanitárias e à disposição para quaisquer esclarecimentos."

Riscos

A Asbai destaca que "medicamentos sem aprovação podem representar riscos graves, incluindo produtos falsificados, soluções com dosagem inadequada, dispositivos com falhas mecânicas e substâncias contaminadas."

"O uso desses materiais pode levar a reações adversas graves, ineficácia no momento da emergência e, em situações extremas, risco de óbito", acrescenta.

A anafilaxia, quadro para o qual a adrenalina é indicada, é considerada a reação alérgica mais grave que existe. Ela pode ser fatal quando não identificada e tratada rapidamente. "A condição é uma resposta alérgica sistêmica que pode levar o paciente a óbito se não houver intervenção a tempo. Medicamentos, alimentos, ferroadas de insetos e látex estão entre as principais causas da anafilaxia", destaca a associação

Pacientes com risco de anafilaxia devem, conforme recomendado pela Asbai, seguir rigorosamente o plano de emergência elaborado pelo médico alergista-imunologista responsável pelo seu acompanhamento e, quando necessário, buscar orientações junto ao profissional sobre os trâmites legais para a importação do medicamento.

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