AEROPORTO SANTA MARIA

Médico ginecologista e esposa são vítimas de acidente aéreo

Eles estavam na aeronave que caiu no aeroporto Santa Maria
15/05/2019 09:25 - GLAUCEA VACCARI E BRUNA AQUINO


 

Vítimas da queda de uma aeronave de pequeno porte que caiu na manhã de hoje no Aeroporto Santa Maria seriam o médico ginecologista Pedro Arnaldo dos Santos e a esposa, Silvana dos Santos. Informações preliminares são de que o médico decolou do aeroporto e, ao tentar pousar, houve a queda na mata, a cerca de 100 metros do terminal e explosão.

De acordo com informações de uma funcionária do médico, ele tem uma fazenda na região do Pantanal e estaria a caminho da propriedade, quando houve o problema que culminou no acidente aéreo. Ainda segundo a mulher, que preferiu não ser identificada, o médico estava se dedicando mais a vida no campo e quase não atendia no consultório.

No momento do acidente, havia muita neblina, que dificultava a visibilidade. O Aeroporto Santa Maria, localizado na saída para Três Lagoas, não tem sistema de iluminação na pista e funciona apenas por meio de procedimentos visuais.

Segundo o tenente do Corpo de Bombeiros, Carlos Antônio Saldanha da Costa, quando equipe chegou encontrou os destroços ainda pegando fogo e os dois corpos carbonizados. Foi feita a extinção das chamas com o uso de areia por conta da queima de combustível.

"Pelas informações, ele [avião] ficou fazendo giros no ar e embicou. Nós extinguimos as chamas, isolamos a área e o procedimento agora é aguardar a perícia", disse o tenente. 

Equipes da Polícia Civil e da perícia estão a caminho do local. 

* Colaborou Izabela Jornada

* Matéria atualizada às 9h38 para acréscimo de informações.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".