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Defesa da Vida

Marcha contra aborto ignora frio e reúne centenas no Centro da Capital

Estimativa da organização era de 2 mil participantes

12 SET 15 - 16h:35DA REDAÇÃO

Centenas de pessoas percorreram as ruas do centro da cidade, neste sábado (12), dizendo "vida sim, aborto não". O movimento “pró-vida” reuniu profissionais das áreas da saúde, da educação e jurídica, além de representantes de diferentes denominações religiosas, como católicos, evangélicos e espíritas.

Este é o segundo ano consecutivo, que Campo Grande recebe a Marcha em Defesa da Vida, movimento que existe em todo o país para chamar atenção da sociedade e do poder público sobre o aborto provocado, defendendo o Estatuto do Nascituro e a não legalização do aborto no Brasil.

O arcebispo metropolitano de Campo Grande, dom Dimas Lara Barbosa, lembrou que o direito à vida é o primeiro dos direitos humanos e elogiou a iniciativa de vários movimentos sociais e religiosos abraçarem a causa juntos. 

"Uma grande mensagem é que não é o dogma, não é a Bíblia que mostra que a vida começa na concepção. É a boa ciência. A partir do momento em que os gametas perdem a sua identidade surge um novo ser humano e que, se ele não for impedido do seu desenvolvimento, ele vai crescer, vai ter uma vida como qualquer outro ser humano", destacou dom Dimas.

A professora Eveline Rojas participou da Marcha com a família. "Eu tenho seis filhos, então para mim é muito fácil defender a vida. Um filho é uma vida, eu não consigo ver um filho como um problema", disse emocionada.

Quem também fez questão de marchar pela vida com o bebê de 2 anos no carrinho foi a esteticista Kenia Novaes da Silva. Ela conta que quando engravidou do primeiro filho tinha apenas 18 anos e várias pessoas a incentivaram a abortar. Mas Kenia decidiu levar a gravidez adiante. 

"Nunca passou por minha cabeça tirar o meu filho, mesmo sendo muito jovem". Infelizmente, a esteticista teve um aborto espontâneo e hoje, anos depois, com o filho nos braços quis levar seu depoimento para mostrar a importância da vida. "Eu já era feliz antes, mas depois que meu filho nasceu eu me tornei uma pessoa sublime, ele é a minha razão de viver".  

O evento é organizado pelo Comitê Sul-Mato-Grossense de Cidadania Brasil sem Aborto. O coordenador do comitê, Valmir João da Cruz, disse que ficou satisfeito com a participação popular mesmo em um dia tão frio. "Nós defendemos a vida não apenas com base na religião, mas também  na ciência que comprova que a vida existe desde a concepção e isso precisa ser respeitado".

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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