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SAÚDE

Mandetta diz que prioridade é controle de gastos para investir em atenção básica

Médico tomou posse como ministro da Saúde e relembrou trajetória em Campo Grande

2 JAN 19 - 17h:59GLAUCEA VACCARI

Ex-deputado federal de Mato Grosso do Sul, o médico Luiz Henrique Mandetta tomou posse hoje como Ministro da Saúde, em Brasília, e garantiu, durante seu discurso, que a prioridade será a economia de gastos para atender a assistência básica a população. Para tanto, ele anunciou a criação da Secretaria Nacional de Atenção Básica, para fortalecer as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.

Mandetta iniciou o discurso de posse relembrando a infância em Campo Grande, na década de 60, e agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) por ter lhe confiado a missão de assumir a pasta.

“As pessoas tem curiosisade de saber de onde vem o ministro e é justo dizer a vocês de onde venho. Não se chega a um cargo tão importante sem primeiro ter um compromisso muito grande com a família, com a fé, com a noção de pátria. Venho de uma luta muito dura travada neste País, fruto dos imigrantes que vieram pela luta da terra, da minha família Barbosa, imigrantes que vieram da luta dos italianos, dos Mandetta, dos Solari. É dessa mescla que eu venho. Essa família muito unida, uma família de cinco irmãos, em que todos são líderes", disse.

Ainda em seu discurso, Mandetta disse que para o fortalecimento da atenção básica, será necessário um maior controle de gastos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

"Cada centavo economizado por esse Ministério tem que ir para objeto fim, que é a assistência. Não dá para gastar dinheiro sem saber. Se me dizem que saúde não é gasto, é investimento, eu, como investidor, tenho que saber quanto gasto e como retorno", afirmou.

o fortalecimento da Atenção Básica, reforço das taxas vacinais e informatização de toda a rede, entre outras. Assegurou, ainda, a garantia constitucional do direito à saúde para todos os mais de 200 milhões de brasileiros. “Saúde é um direito de todos e dever do Estado. Não tem retrocesso. Vamos cumprir a Constituição”, disse.

O ministro também  sinalizou como prioridades de sua gestão o reforço das taxas vacinais, com maior controle da obrigatoriedade de vacinação, a informatização de toda a rede e a implantação do terceiro turno de funcionamento das unidades de saúde, entre outros.

entre outras. Assegurou, ainda, a garantia constitucional do direito à saúde para todos os mais de 200 milhões de brasileiros. “Saúde é um direito de todos e dever do Estado. Não tem retrocesso. Vamos cumprir a Constituição”, disse.

Ele seguiu afirmando que, como ministro, deve cumprir a Constituição, mas que poderá rever algumas normas para assegurar a garantia constitucional do direito à saúde para todos os brasileiros, afirmando que "não haverá retrocesso".

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