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VIOLÊNCIA

Mãe reconhece vítima decapitada<br> por tatuagem na perna

Genitora informou aos policiais que filha era usuária de drogas há 4 anos
15/05/2018 15:45 - ALINE OLIVEIRA


 

O corpo de mulher encontrado decapitado, na estrada da "Cabriteira", ontem (14), no bairro Nova Campo Grande, foi identificado como Joice Viana de Amorim, 21 anos. O reconhecimento foi feito pela mãe da vítima. A mulher explicou a policiais que a jovem era usuária de entorpecentes e estava desaparecida há 10 dias.

A ocorrência foi atendida pela Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Piratininga e conforme a equipe responsável, a estrada liga os bairros Nova Campo Grande ao Santa Emília.

No ponto da estrada onde foi encontrada a vítima, o corpo estava com as mãos amarradas por um casaco de moletom vermelho, não havia acúmulo de sangue, e no primeiro momento calcula-se que foi arrastado e deixado à margem da via que não é asfaltada, junto com a cabeça da jovem.

A mãe de Joice compareceu algumas horas depois até a Depac para verificar se o corpo encontrado era da filha e o reconhecimento aconteceu por meio de uma fotografia da tatuagem identificada na perna esquerda.

HISTÓRICO DA VÍTIMA

Durante o depoimento, a mãe informou que há quatro anos a filha se tornou dependente química e frequentemente saia de casa, demorando vários dias para retornar.

Joice frequentava bairros como o Jardim Los Angeles, Nhanhá e Dom Antônio Barbosa e chegou a traficar drogas em 2016. Também sofreu ameaça de morte por um homem não identificado, declarou a mãe da vítima. Não foi divulgado o que motivou a ameaça.

No entanto, a mãe alegou que não sabia se a filha estava envolvida atualmente em outras desavenças que pudessem resultar em morte, e complementou que desconhecia a informação de que a filha pudesse estar envolvida com protistuição. 

Felpuda


Acontecimentos policiais de grande repercussão deverão refletir seriamente na jornada de uns e de outros. Os cortes nos “tentáculos do polvo” os deixaram sem respaldo para enfrentar a maratona que há tempos participam, e com sucesso. Ao mesmo tempo que ficaram sem o aconchego financeiro, afastaram-se do abraço, até então muito amigo, preocupados com o ditado popular que afirma:  “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”.