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PARQUE DAS NAÇÕES INDÍGENAS

Reconstrução do gabião do lago maior custará R$ 656,6 mil

Já construção de decks no entorno do Cavaleiro Guaicuru serão retomadas na segunda quinzena de janeiro

15 JAN 20 - 16h:15DAIANY ALBUQUERQUE

O governo do Estado deu largada para a licitação que prevê a reforma do gabião do lago maior do Parque das Nações Indígenas, localizado na avenida Afonso Pena, em Campo Grande. O edital do certame foi aberto na edição desta quarta-feira (15) do Diário Oficial do Estado. O documento prevê a troca da contenção que margeia o lago e da barragem do local. Até que seja feito o reparo na estrutura de contenção das margens, o lago continuará com nível de águas abaixo do normal. 

De acordo com a publicação da Agência Estadual de Gestao de Empreendimentos (Agesul), que cuida deste certame, o valor médio previsto pelo edital será de R$ 656.620,34, valor máximo para as propostas de empresas interessadas na concorrência. A abertura dos lances acontecerá no dia 3 de fevereiro deste ano, às 8h, na sede da agência. Essa era a licitação que faltava para que as obras no lago maior sejam concluídas.

Sobre o restante da obra, que começou com a retirada da areia que assoreava o lago, a informação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) é de que deve ter início na segunda quinzena de janeiro deste ano as obras nos decks no entorno do monumento do Cavaleiro Guaicuru, localizado no lago maior do Parque das Nações. De acordo com a secretaria, para que isso ocorra o local será novamente esgotado, o que ainda não há previsão para ser feito.

As obras no conjunto de decks localizado na margem oposta do lago, porém, foram entregues em dezembro do ano passado e já estão disponíveis para uso da população. O conjunto forma 160 metros de passarelas que seprojetam sobre o lago principal.  Recentemente também foi feito uma rampa para acesso de cadeirantes ao deck.

As construções começaram no início de novembro e tinham previsão de serem encerradas em 40 dias, porém, após a entrega do primeiro conjunto de decks, no dia 19 de dezembro, a empresa paralisou as atividades por conta das festas de final de ano.

“As obras na passarela do monumento do Cavaleiro Guaicuru serão retomadas na segunda quinzena de janeiro”, informou a Semagro por meio de sua assessoria de imprensa.

Entretanto, para que a obra tenha início é necessário que o lago seja esgotado, conforme informação do responsável pela empresa Engearq, vencedora da licitação, Allan Mendes Duarte. A reportagem conversou com o arquiteto no ano passado, enquanto as obras do primeiro conjunto ainda eram feitas.

Ao todo a obra foi orçada em R$ 109.368,00 e, conforme a Semagro, no monumento do Cavaleiro Guaicuru o projeto prevê que a passarela seja interrompida antes da ilha, impedindo que as pessoas cheguem até a escultura, que, conforme a secretaria, tem sido vítima de frequentes vandalismos. No final da passarela será construída uma plataforma com oito metros de extensão para contemplação do monumento.

Obras

O processo de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações começou com a retirada de sentimentos do lago. Esta parte foi feita pela Prefeitura de Campo Grande. No total foram retirados 135 mil metros de areia, numa operação que exigiu 12.500 viagens de caminhão até o local de descarte, nos fundos do Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua (Cetremi), no Parque dos Poderes.

Do lago principal, que se espalha por 5 hectares, foram retirados aproximadamente 115 mil metros de cúbicos de areia, o que exigiu 11 mil viagens de caminhão. O trabalho no lago menor durou 15 dias, onde foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão.

A recuperação dos lagos do Parque das Nações Indígenas exigiu investimento de R$ 8 milhões, recurso da prefeitura (R$ 5 milhões) e do Governo do Estado (R$ 3 milhões). O projeto inclui a construção de um piscinão no Córrego Réveillon, na esquina das avenidas Mato Grosso com Hiroshima; obras de controle de erosão e recomposição vegetal das margens do Córrego Joaquim Português; e implantação de uma comporta de regulação do nível do lago.

No caso do Joaquim Português, a licitação chegou a ser lançada pelo governo do Estado, mas foi retirada porque, segundo o titular da Semagro, Jaime Verruck, havia alguns erros que seriam corrigidos. Entretanto, o edital ainda não foi ao ar novamente.

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