TURISMO NACIONAL

Levantamento diz que 95,4% dos turistas querem voltar ao Brasil

Foram entrevistados mais de 39 mil visitantes de outros países
11/06/2019 17:39 - ALINE OLIVEIRA


 

Nesta terça-feira (11), o Ministério do Turismo divulgou os resultados da Demanda Turística Internacional, que traça o perfil, hábitos e perceção dos viajantes estrangeiros que visitaram o país em 2018. 

No estudo foram entrevistados 39 mil turistas e questionados sobre o nível de satisfação com a experiência turística brasileira, o resultado foi bastante positivo. Enquanto 87,7% dos respondentes  disseram que a estadia superou ou atendeu plenamente as expectativas, 95,4% confirmaram que pretendem voltar ao território nacional, em outras oportunidades. 

O Brasil registrou 6.621.376 chegadas internacionais, um crescimento de 0,5% em relação a 2017 (6.588.770). O número de turistas vindos das quatro nacionalidades beneficiadas com o visto eletrônico – Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão – cresceu 15,73%. Os canadenses foram os que mais aproveitaram a iniciativa, com um salto de 45,3%, seguidos dos australianos (24,7%), norte-americanos (13,3%) e japoneses (5,5%). 

A partir da próxima segunda-feira (17), cidadãos dos quatro países citados estão isentos de visto para entrar no Brasil.

“Os resultados deste projeto piloto, iniciado há um ano, mostram que estamos no caminho certo para alavancar o turismo brasileiro e posicioná-lo entre os grandes destinos internacionais. Temos a expectativa de que, com a isenção de visto para esses quatro países, os próximos resultados sejam ainda mais expressivos. A economia brasileira tem muito a ganhar com medidas como esta”, comemorou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.


VISITANTES E DESTINOS

No ranking geral de principais emissores para o Brasil estão a vizinha Argentina (2.498.483), EUA (538.532) e Chile (387.470). As viagens a lazer representaram mais da metade da motivação dos turistas que vieram ao país - 58,8% -, seguidas de viagens a negócios, eventos e convenções (13,5%) e por outras motivações (27,7%), como visitas a amigos e familiares, estudos e saúde.

Entre os destinos mais procurados a lazer, o Rio de Janeiro continua na liderança, na frente de Florianópolis e Foz do Iguaçu. Em se tratando de negócios, São Paulo também manteve a primeira posição. Rio de Janeiro e Curitiba ocupam respectivamente o segundo e terceiro lugares.

Sobre os modais de transporte, o segmento aéreo segue sendo a forma mais utilizada por quem desembarca no Brasil: 4.328.074 passageiros, o que representa um crescimento de 3,35% em comparação a 2017. Destaque para o aumento de 102% na entrada destes turistas pelo modal marítimo, chegando a 105.593. 

“O crescimento da chegada de turistas no segmento marítimo já é uma resposta às ações que vêm sendo trabalhadas para incentivar o setor, com a abertura de novas rotas e aumento de leitos e navios em nossa costa”, comentou o ministro. Apesar de ter sido a forma escolhida por 2.088.506 estrangeiros que desembarcaram no Brasil, as entradas por meio terrestre em 2018 reduziram 7,2% em relação a 2017.

ITENS AVALIADOS

A hospitalidade brasileira foi o item mais bem avaliado pelos turistas estrangeiros, com aprovação de 97,9% dos viajantes. Logo após, vieram alojamentos (96,7%), gastronomia (95,9%), e restaurantes (95,8%).

Os turistas europeus são os que permanecem por maior período no país (23,6 pernoites), seguidos pela média de tempo de estadia dos visitantes da Ásia, Oceania e América Central (22,7 pernoites).

Além disso, pelo quinto ano consecutivo, a internet se torna ainda mais relevante como principal fonte de informação dos turistas que vêm ao Brasil, o que corresponde a 55,7% das pesquisas sobre os destinos turísticos do país. Transporte internacional, hospedagem e pacotes são os serviços mais comprados pelos viajantes estrangeiros.

*Com informações do Ministério do Turismo

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".