Cidades

COMODIDADE

Infratores poderão recorrer
das multas pela internet

Projeto de lei ainda será apreciado na Assembleia Legislativa

Continue lendo...

Cidadãos sul-mato-grossenses poderão recorrer das multa de trânsito pela internet, a proposta foi apresentada durante a sessão da Assembléia Legislativa desta quinta-feira (28) e o objetivo é de proporcionar maior celeridade no desenvolvimento do processo administrativo de recursos de multas de trânsito perante o Departamento de Trânsito (Detran-MS).

Se o projeto for sancionado pelo governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), a proposta possibilitará a parte interessada oferecimento de defesa prévia e recurso sem a necessidade de fisicamente ir até o Detran, contribuindo também para a substituição gradativa do processo físico pelo processo eletrônico, facilitando o exercício pleno do contraditório e da ampla defesa.

Caso a proposta seja aprovada, o governo terá 120 dias para regulamentar as regras, sendo que este novo formato de recursos poderá entrar em vigor em 180 dias.

Uma das justificativas do projeto é de que a informatização dos processos judiciais não é uma inovação que acontece apenas no Brasil e sim em praticamente todos os países desenvolvidos do mundo.

O autor da matéria, deputado Márcio Fernandes (MDB) disse que se for sancionada, a proposta vai facilitar a vida do consumidor e diminuir a burocracia, a pessoa não vai precisar ir até o Detran e vai poder ter esse sítio eletrônico a custo zero e o cidadão vai poder acessar o computador da casa dele. Isso vai economizar papel e eu acredito que não vai ser vetado pelo governador, até porque não tem custo para o Estado, não gera custo para o Estado”, disse o parlamentar.

O projeto de lei foi apresentado hoje no Legislativo e segue para as comissões analisarem a matéria. Se aprovado, será encaminhado para ser votado em plenário.

GICANTES

Irmãos Batistas pedem R$ 20 bilhões pelas minas de Corumbá

Em abril de 2022 o grupo J&F pagou em torno de R$ 6 bilhões à Vale, que agora estaria negociando a recompra. Negócio pode avançar após eleição no comando da Vale

20/07/2026 11h59

A LHG Mining tem autorização para extrair até 25 milhões de teneladas de minério de ferro e manganês por ano em Corumbá

A LHG Mining tem autorização para extrair até 25 milhões de teneladas de minério de ferro e manganês por ano em Corumbá

Continue Lendo...

Quatro anos depois de pagar à Vale cerca de R$ 6 bilhões (US$ 1,2 bilhão) pelas minas e a infraestrutura de mineração em Corumbá, o grupo J&F estaria tentando obter em torno de R$ 20 bilhões (US$ 4 bilhões) para “devolver” os ativos para a mesma Vale, conforme informações divulgadas pelo jornal O Globo e pelo site DCM (Diário do Centro do Mundo) 

Outra proposta que teria sido foi colocada à mesa é a possível venda de metade das ações, por cerca de R$ 10 bilhões (US$ 2 bilhões). E esta negociação acabou abrindo uma crise interna no conselho administrativo da Vale, que nesta quarta-feira (22) deve escolher seu novo presidente. Atualmente a Vale está com seu conselho de administração presidido interinamente por Wilfred Theodoor Bruijn. 

Entre os nomes mais cotados está o do português Manuel Oliveira, que tem o apoio do ministro de Minas e Energia, alinhado aos interesses do presidente Lula. Embora a Vale seja uma empresa privada, um dos principais acionistas individuais é o Previ, o fundo de previdência dos funcionários do Branco do Brasil. E este Previ é comandado por Márcio Chiumento, que virou a principal ferramenta para tomar o controle da Vale. 

O vazamento de e-mails sobre uma visita de conselheiros da Vale às minas da J&F em Corumbá e um jantar com os irmãos Batista abriu uma crise no conselho da Vale, a maior mineradora do Brasil.

A controvérsia envolve justamente a possibilidade de a Vale voltar a se associar ao empreendimento quatro anos depois de vender as minas aos irmãos Batista, controladores do grupo J&F, donos da mineradora LHG Mining.

Mas, a Vale divulgou comunicado negando que vá recomprar as minas. A J&F também negou ter tentado vender o empreendimento à mineradora, mas as duas empresas confirmaram a visita de executivos e a contratação do Citi para buscar uma participação acionária no negócio em Corumbá.

A diretoria da Vale não levou a operação adiante porque considerou o negócio ruim. O comitê executivo avaliou que a taxa de retorno não compensava o investimento, e o CEO Gustavo Pimenta rejeitou a compra. Ele era chefe máximo da companhia quando vendeu o ativo em 2022.

O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou que no começo de maio, o então chairman da Vale, Daniel Stieler, esteve no restaurante Nido, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em um jantar com os irmãos Batista. Participaram também os conselheiros Manoel Lino Oliveira, conhecido como Ollie, Wilfred Theodoor Bruijn, Reinaldo Castanheira e Heloisa Bedicks, além de Gustavo Pimenta e do diretor Fabio Ferraz.

No dia seguinte ao jantar, parte do grupo embarcou em um jato particular rumo às minas de Corumbá. Fontes da Vale atribuem a articulação da programação a Stieler, cuja atuação passou a ser questionada no conselho após a divulgação dos e-mails confidenciais.

O português Ollie, candidato da Previ à presidência do conselho, relatou em e-mail enviado a Stieler e Pimenta no início de maio que estava cético em relação ao negócio, mas que a visita a Corumbá mudou sua percepção sobre as minas.

No relato, ele citou o “empreendedorismo fora do normal” e o “apetite para riscos muito além de nós” dos irmãos Batista, além de mencionar licenças para produção de até 25 milhões de toneladas de ferro e investimentos no transporte fluvial.

Os irmãos Batista estão investindo em torno de R$ 4,1 bilhões na fabricação de 400 barcaças e 15 empurradores para escoar os minérios pelo Rio Paraguai rumo ao mercado internacional. 

A disputa ocorre em meio à crise interna da Vale desde que a Previ destituiu Daniel Stieler e anunciou Ollie como substituto. Depois da definição do novo presidente, possivelmente a polêmica sobre Corumbá deve chegar à assembleia de acionistas.

A J&F reiterou comunicado divulgado à imprensa no último dia 14 e afirmou que a controladora LHG Mining, “não está à venda”. A holding disse que contratou o Citi para “conduzir um processo competitivo organizado, voltado a uma eventual participação minoritária na empresa”, em razão da expansão da companhia.

Na mesma nota, a J&F afirmou que recebeu a comitiva da Vale “a pedido” da mineradora para apresentar as instalações da LHG, com “a mesma cortesia dispensada” a dezenas de outras empresas do setor. A holding descartou ter a Vale como sócia por considerar a mineradora uma concorrente nacional direta.

(Com informações do DCM e do O Globo)

Reordenamento

Obras tentam acabar com engarrafamentos crônicos em Campo Grande

As Avenidas Rodolfo José Pinho e Rachid Neder, trocam rotatórias por semáforos em alguns trechos

20/07/2026 11h30

Obras são iniciadas na Avenida Rodolfo José Pinho, para a retirada da rotatória com as ruas Dos Vendas e Chaadi Scaff

Obras são iniciadas na Avenida Rodolfo José Pinho, para a retirada da rotatória com as ruas Dos Vendas e Chaadi Scaff Foto: Paulo Ribas

Continue Lendo...

A cidade de Campo Grande vem passando por mudanças em diversas vias da capital, um dos principais pontos de mudanças foi o reordenamento viário que a Avenida Afonso Pena passou.

Indo nesse mesmo sentido, outras ruas e avenidas da cidade, também vem sofrendo alterações. As avenidas Rodolfo José Pinho e Rachid Neder, começaram a passar por mudanças e as obras continuam nesta segunda-feira, dia 20. 

A Avenida Rodolfo José Pinho, com as ruas Dos Vendas e Chaadi Scaff, deixará de ter rotatória e receberá a instalação de semáforos. 

Para a realização das obras, será travado o trânsito no local e por causa da paralisação a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), indica outras rotas para quem possui o costume de utilizar o trecho. 

As rotas alternativas sugeridas pela Agetran são as seguintes, para quem sentido Bairro-Centro, utilize a Rua Patagônia e quem faz o trajeto oposto, Centro-Bairro, utilize as São Vicente e Uberlândia. 

Na Avenida Rachid Neder com a rua Arthur Jorge, a rotatória do local também dará lugar à semáforos para sinalizar o cruzamento e facilitar o trânsito. 

As obras na Rachid Neder finalmente saíram do papel, haja vista que os semáforos estão instalados no local desde de dezembro de 2025. 

Para quem costuma utilizar o trajeto da Rachid, a recomendação da Agetran é que utilize rotas alternativas como, as Ruas 13 de Junho e José Alberto Pereira, para quem for seguir sentido Bairro-Centro, para quem faz o caminho oposto a recomendação é utilizar as ruas 25 de Dezembro e Pio Rojas. 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).