Cidades

PREFEITURA ALERTA

Com 14,5 mil doses aplicadas, imunização contra Influenza está abaixo do esperado

Até o momento, somente 14,4% da população total esperada na primeira etapa foi vacinada, o número é preocupante

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A primeira etapa da campanha de vacinação contra Influenza, está sendo realizada desde o dia 04 de abril, em Campo Grande, contudo, a procura pela imunização ainda está baixo do espera, de acordo com a secretaria municipal de Saúde (Sesau). 

De acordo com a prefeitura, até o momento, foram aplicadas cerca de 14,5 mil doses, sendo que o esperado é um público maior que 100 mil pessoas nessa primeira fase, que tem como público-alvo idosos e trabalhadores da saúde. 

A campanha foi dividida em duas etapas: a primeira, com duração até 02 de maio, é direcionado para os dois grupos citados, que somam mais de 158 mil pessoas. Já a segunda começará no dia 03 de maio, se estendendo até 03 de junho para o restante da população no geral.

“Mesmo com plantão de vacinação aos finais de semana, e neste último feriadão, a busca pela vacina ainda está muito abaixo do esperado”, conta José Mauro Filho, secretário Municipal de Saúde.

A baixa procura pelo imunizante é preocupante, pois no ano passado nenhum dos dois públicos bateu a meta de 90% estipulada pelo Ministério da Saúde, e o total de óbitos por Influenza em Campo Grande em 2022 já é de 29 casos, superando o registrado no período anterior à pandemia de Covid-19.

“Tivemos uma epidemia atípica entre o final de dezembro e começo de janeiro, algo que nunca tínhamos presenciado, já que os casos de Influenza crescem, normalmente, entre maio e agosto, meses que as temperaturas são mais amenas”, pontua o secretário. 

Ele ainda ressalta que a vacina já está atualizada, sendo eficaz contra o vírus da H3N2 que tem circulado e infectado várias pessoas antes mesmo do período mais crítico de contágio por vírus respiratórios.

O número de idosos que buscaram a vacina até então é de 13.256, equivalente a mais de 10% do público total. Em relação aos trabalhadores da saúde, a situação é ainda mais grave, somente 4,39% do total se vacinou, correspondendo a 1.306 doses aplicadas até a manhã desta segunda-feira (18).

A vacinação está disponível em todas as unidades de saúde da prefeitura, entre as 7h30 às 11h e no período da tarde das 13h às 16h45.

Para os profissionais de saúde que desejam se imunizar, devem comprovar vínculo com empresa do ramo ou apresentar documento que comprove sua atuação na área, constando registro em conselho.

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OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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