POLÊMICA

Audiência debate impactos ambientais no Parque dos Poderes

Debate é motivado por polêmica sobre desmatamento de área para construção de estacionamento
14/05/2019 18:42 - GLAUCEA VACCARI


 

Impactos ambientais no Complexo do Parque dos Poderes serão debatidos em audiência pública, na noite desta terça-feira (14), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Audiência foi proposta pelo deputado estadual Felipe Orro (PSDB) por conta da polêmica em torno da construção de um estacionamento no Parque, projeto para o qual seria necessário a derrubada de parte da vegetação nativa.

Solicitação de  autorização para supressão de uma área de 3,31 hectares, para a construção do estacionamento para carros, foi feita ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasu

Representantes de entidades de proteção ao meio ambiente são contra o desmatamento e organizaram abaixo-assinado, com mais de 10 mil assinaturas, para tentar impedir a construção do estacionamento, próximo à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). No mês passado, grupo se reuniu com a presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Mara Caseiro, para tratar da reivindicação de tombamento do Parque como Patrimônio Histórico Cultural para evitar um possível desmatamento.

Durante a Expogrande, governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que o uso da área do parque está prevista na Lei Estadual nº 5.237, de julho de 2018.

Para debater o assunto, Felipe Orro, que é vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia, propôs a realização da audiência, junto ao coletivo de ambientalistas e artistas denominado Movimento Preservação da Natureza, que defendem a proteção ambiental do Parque dos Poderes, do Parque das Nações Indígenas, entre outros locais de Campo Grande.

“Temos que nos empenhar na defesa efetiva da fauna, flora e belezas naturais do Complexo do Parque dos Poderes”, declarou o parlamentar.

Audiência está marcada para começar às 19h, no Plenário Júlio Maia. O debate também será transmitido ao vivo pelo Facebook.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".