SANTA CASA

Hospital não tem dinheiro para comprar aparelho para paciente

Ele tem um tumor que comprime uma veia importante
23/05/2019 16:14 - FÁBIO ORUÊ E NATALIA YAHN


 

Vivaldo Albino de Souza, de 64 anos, está há três dias internado na Santa Casa, em Campo Grande, necessitando de um tratamento de saúde urgente. Ele foi diagnosticado com Síndrome de Veia Cava Superior, por conta de um tumor na região do mediastino, o que está comprimindo veias que levam sangue até a cabeça e membros superiores.

Conforme informações da família do paciente, Vivaldo está internado desde terça-feira (21), no hospital. Ele precisa fazer uma angioplastia, com implante de stent na veia prejudicada, para que ela volte a levar o sangue até a parte superior do corpo.

Enquanto não é feita a intervenção cirúrgica, o paciente incha, e como consequência a pele fica arroxeada, e ele tem constante falta de ar. Além disso, a condição causa vertigem, dores nos braços e na cabeça e pode causar tromose venosa profunda. Por conta disso, Vivaldo, na tarde de hoje (23), iria passar por um procedimento para aliviar a dificuldade na respiração.

Segundo apurado pelo Correio do Estado, o material está cotado pelo setor de compras em R$ 10,2 mil, porém a Santa Casa não tem o valor necessário para a compra e pediu assistência para a Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau).

A Sesau afirmou que a compra é de responsabilidade da própria Santa Casa, pois está previsto nos valores já repassados pela Sesau.

Procurada pela reportagem, a Santa Casa não se posicionou sobre o caso até a publicação desta matéria.

 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".