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CRIME ORGANIZADO

Homem é preso com 940 quilos de cocaína avaliados em R$ 200 milhões

Esta é a segunda maior apreensão da droga em Mato Grosso do Sul
22/01/2019 09:25 - RENAN NUCCI


 

Ademir Amaro da Silva, de 37 anos, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada desta terça-feira, em Ponta Porã, com 940 quilos de cocaína transportados em um veículo de luxo modelo BMW X5. A carga está avaliada em R$ 200 milhões e o automóvel em cerca de R$ 300 mil. Esta é a segunda maior apreensão da droga feita em Mato Grosso do Sul, atrás apenas de 1,5 tonelada flagrada pela Polícia Federal em 2015, em Corumbá.

Conforme apurado, a abordagem ocorreu por volta das 2 horas, no posto Capey da PRF, localizado na BR-163, uma das principais rotas do tráfico internacional de drogas, pois dá acesso ao Paraguai. Ademir, que é natural de Ponta Porã e já havia sido preso antes por tráfico, disse aos policiais que seguiria até Dourados, onde entregaria a carga no Trevo da Bandeira, ponto de conexão entre as BRs 463 e 163.

O entorpecente pertence à facção Primeiro Comando da Capital (PCC) e foi despachado para o Brasil via Mato Grosso do Sul, entre outras razões, por conta do intenso combate ao tráfico realizado por autoridades paraguaias, em especial a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). A polícia acredita que, por este motivo, mais grandes carregamentos podem ser apreendidos nos próximos dias.

Conforme a PRF, a droga estava em estado de cloridrato e, a partir dos 940 quilos, poderiam ser produzidas até cinco toneladas com a adição de produtos químicos. O quilo chega a valer R$ 120 mil em grandes centros. A estimativa é de que o total apreendido esteja avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões.

 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...