Cidades

MORTE A ESCLARECER

Homem é encontrado morto
dentro de poço desativado

Rastro na mata indica que vítima foi arrastada e jogada no poço, em Itaporã

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Homem, identificado apenas como Juninho, foi encontrado morto dentro de um poço, próximo a aldeia indígena Jaguapiru, na tarde de hoje, em Itaporã.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma das lideranças da aldeia encontrou o corpo e acionou a polícia, que se deslocou ao local, localizado na estrada de acesso à pedreira Santa Maria, em uma mata na propriedade rural.

No local foram encontrados rastros, com sangue durante o trajeto, o que, segundo a polícia, indica que o corpo foi arrastado de umas casas da aldeia, no município de Dourados, por no mínimo 400 metros, até chegar na mata, que faz parte do município de Itaporã, onde foi jogado dentro do poço desativado.

Moradores da aldeia relataram que Juninho não tinha documentos e era usuário de drogas. Não há informações sobre motivações ou suspeitos para o crime. O caso foi registrado como morte a esclarecer na Delegacia de Polícia Civil e será investigado.

AFOGAMENTO

Idoso é encontrado morto em lagoa após sair para caçar com amigo

Homem entrou na lagoa após avistar um animal e retornou à superfície apenas quando bombeiros localizaram o corpo sem vida

14/07/2026 12h30

Reprodução

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Durante a noite da última segunda-feira (13), um homem de 61 anos morreu afogado em uma propriedade localizada às margens da rodovia estadual, MS-162, entre Dourados e Itahum, distrito do município. O homem teria saído para caçar com um amigo e foi encontrado depois sem vida dentro de uma lagoa.

Segundo informações de jornais locais, identificado como Alilhano Vilalva, o idoso era morador do Parque Alvorada e durante o fim da tarde de ontem saiu com o amigo para caçar capivaras e javalis.

Durante a busca, ambos teriam visto um animal, mas Alilhano Vilalva entrou em uma lagoa existente no local e não retornou à superfície.

O amigo então notou o desaparecimento da vítima e foi em busca de ajuda com a motocicleta na cidade próxima.

No local, as equipes do Corpo de Bombeiros realizou buscas e encontrou o corpo da vítima sem vida.

O caso foi registrado, e está sendo investigado pelas autoridades para entender como ocorreu o afogamento e circustâncias da morte.

Com informações do site Dourados News

alta de 26%

Após queda radical em maio, salários no MPMS voltam a crescer

Em abril, os cerca de 230 promotores e procuradores da ativa custaram R$ 52,9 milhões. Em maio, o valor caiu paraR$ 16,85 milhões. Em junho, subiu para R$ 21,24 milhões

14/07/2026 12h30

Enm média, os salários de promotores e procuradores chegou a R$ 91 mil em junho, ante média de R$ 73 mil pagos em maio

Enm média, os salários de promotores e procuradores chegou a R$ 91 mil em junho, ante média de R$ 73 mil pagos em maio

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Depois da queda de 68% nos gastos com a folha de pagamento dos cerca de 230 promotores e procuradores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul no primeiro mês de vigência das restrições aos penduricalhos impostas pelo Supremo Tribunal Federal, o salário médio subiu quase 26% em junho na comparação com o mês anterior.

Segundo dados do site da transparência divulgados nesta segunda-feira (13), os rendimentos brutos dos promotores e procuradores somaram R$21,24 milhões em junho. No mês anterior, esse montante havia sido de R$16,85 milhões. 

Por conta deste aumento, o rendimento médio dos promotores e procuradores da ativa saltou de R$73 mil, em maio, para R$91 mil no mês seguinte. Conforme determinação do STF divulgada em 25 de março, nenhum promotor ou juiz deveria receber acima de R$78,8 mil, já incluídos os chamados penduricalhos. 

O aumento de salário já no segundo mês após o fim dos supersalários se explica pelo pagamento daquilo que o Ministério Público chama de "Remuneração Eventual ou Temporária -Gratificação Natalina" que foi repassada a cerca de 190 profissionais. O valor individual varia de R$19,8 mil a R$23,2 mil. 

A soma total desta rubrica, que nos meses anteriores havia sido zero, chegou a R$4,12 milhões. Em dezembro do ano passado, mês em que todos os trabalhadores recebem o décimo terceiro salário, esta mesma rubrica havia garantido repasse de R$10,2 milhões aos promotores. 

Mas, apesar do acréscimo de quase 26% na folha de junho na comparação com maio, os R$21,4 milhões de junho ainda estão bem abaixo dos R$52,92 milhões de abril, quando o salário médio foi da ordem de R$230 mil.

Naquele mês,  teve promotor com rendimento bruto de até R$402. E isso não foi um caso isolado. Ao menos nove receberam acima de R$300 mil e outros 175, acima de R$200 mil.

Mas, se a comparação entre os salários relativos a junho for feita com os pagamentos relativos a março, a disparidade é um bem menor. Em março, a folha de pagamento somou em torno de R$28,3 milhões. Ou seja, a economia aos cofres públicos em decorrência da decisão do STF  foi de quase R$7 milhões no mês passado.

Além do salário-base, que varia entre R$33.998,99 e R$41.845,48 (R$9,07 milhões), o salário bruto dos promotores e procuradores de junho foi composto, principalmente, pela chamada gratificação natalina (R$4,12 milhões). 

Além disso, eles receberam a chamada Parcela de Valorização por Antiguidade na Carreira (R$ 2,22 milhões), auxílio-saúde (R$1,35 milhão) e Gratificação pelo Exercício Cumulativo de Cargo, Função, Ofício ou Atribuição (R$3,07 milhão).  Chamado de GAF, este último penduricalho garantiu em torno de R$14 mil, líquidos, à maior parte dos profissionais

AVAL DO TCE

Na última sexta-feira (10) o Tribunal de Contas do Estado (TCE) deu aval para que  o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e o Ministério Público voltem a pagar supersalários às duas categorias de servidores públicos. 

Após consulta conjunta feita pelo presidente do TJMS, Dorival Renato Pavan, e do chefe do MPMS, Romão Avila Milhan Júnior, o Tribunal de Contas divulgou parecer dizendo que "as verbas de natureza indenizatória não integram o cômputo da despesa com pessoal (arts. 18, 19 e 20 da Lei de Responsabilidade Fiscal)". 

Isso, segundo um jurista ouvido pelo Correio do Estado e que pediu para ter a identidade preservada, é uma manobra para que os órgãos públicos possam pagar verbas indenizatórias acima do teto. E, sobre estes valores não incidem imposto de renda, previdência e ainda saem do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ou seja, trata-se de uma clara tentativa de driblar as decisões tomadas pelo STF em 25 de março deste ano e manter os altos salários, explica o advogado.

O Relatório Justiça em Números, divulgado no dia 24 de junho, revela que o custo médio mensal dos 217 juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul em 2025 foi de R$154.153,00, o terceiro maior do país. 

 

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