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guarani-kaiowá

Grupo protesta contra morte de indígena e pede celeridade em demarcações de terra

Integrante de movimentos sociais fizeram enterro simbólico em frente a Famasul

3 SET 15 - 19h:20Glaucea Vaccari

Integrantes de diversas organizações e movimentos sociais participaram de um ato em apoio aos indígenas da etnia guarani-kaiowá de Mato Grosso do Sul. Os manifestantes protestaram contra a morte do indígena Semião Fernandes Vilhalva,24 anos, morto a tiro em Antônio João, distante 402 km de Campo Grande, e pediram celeridade na demarcação de terras indígenas no estado.

De acordo com a organização do ato, centenas de pessoas se reuniram em frente a Praça das Águas, na Avenida Afonso Pena, onde houve uma encenação teatral do Grupo Maracangalha sobre o indígena Marçal de Souza.

Em seguida, o grupo saiu em um cortejo pela avenida Afonso Pena até o prédio da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), onde foram colados cartazes de protesto nas paredes do prédio e foi feito um enterro simbólico como “homenagem as vítimas do agronegócio”.

Conforme a organização, 300 velas foram acesas para representar as mais de 300 mortes indígenas que teriam ocorrido em decorrência da falta de demarcação de terras. O movimento foi pacifico e teve participação de integrantes de mais de 24 movimentos, entre indígenas, estudantes, movimentos pela terra e pessoas que apoiam a causa.

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