SEMESTRE

Estado repassou R$ 53,4 milhões <br>para a Saúde da Capital neste ano

Recursos são para hospitais e pagamentos de serviços
16/07/2019 16:32 - GLAUCEA VACCARI


 

Recursos repassados pelo governo do Estado ao setor de saúde de Campo Grande neste ano ultrapassam os R$ 53,4 milhões, segundo divulgado hoje pelo Executivo Estadual. Os repasses são para pagamentos de serviços e para custeio de hospitais, entre outros.

Do total de R$ 53.470.968,14 transferidos ao município de janeiro até o fim de junho, R$ 16.429.000,00 foram destinados à Santa Casa de Campo Grande. Além desse montante, o hospital também receberá, mensalmente, R$ 1.750.000,00 por meio de um convênio, para aumento da oferta de atendimento em média e alta complexidade em cirurgias, principalmente na área de ortopedia, além de leitos, exames e consultas.

Pagamentos de incentivos diversos somaram R$ 15.347.871,65, destinados a Agentes de Combate a Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, assistência farmacêutica, saúde mental, especialidades odontológicas, saúde no sistema penitenciário, além de convênios, como o da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

Hospital do Câncer de Campo Grande obteve transferência de R$ 8.550.000,00. Além disso, na rubrica Hospitais Filantrópicos no SUS, repasse foi de R$ 3.432.864,64.

Já para o Hospital São Julião foram destinados R$ 2.568.666,85 e o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP) foi contemplado com repasses que totalizam R$ 1.514.334,00.

Para pagamento dos serviços prestados pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o tesouro estadual transferiu, para o município, R$ 4,2 milhões.

Conforme o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, objetivo é reorganizar a atenção básica e hospitalar, a fim de que, gradativamente, boa parte dos pacientes do interior que buscam atendimento na Capital possam ser atendidos em seus municípios de origem.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".