ORÇAMENTO

Governo de Mato Grosso do Sul estima gastar R$ 15 bilhões em 2019

Lei Orçamentária Anual (LOA) foi encaminhada ontem para Assembleia Legislativa
17/10/2018 12:31 - IZABELA JORNADA


O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul estima gastar R$ 15,04 bilhões no próximo ano. A Lei Orçamentária Anual (LOA) foi encaminhada ontem (16) para Assembleia Legislativa e ainda deve ser analisada pelas comissões de Constituição Justiça e Redação (CCRJ), de Orçamento e Finanças e de Planejamento, antes de ir para votação em plenário. 

O aumento da LOA para o orçamento de 2019 é de 3,6% em relação a este ano. Para alguns deputados, esse valor é “muito apertado”. “Isso é reflexo da crise econômica. Os anteriores foram de 8%,9%,12% de orçamento e agora apenas 3,6%, é uma margem muito difícil devido ao crescimento vegetativo”, analisa Felipe Orro (PSDB). 

O deputado Lídio Lopes (Pratiotas) declarou que ainda não teve acesso a LOA, mas adiantou que “não tem como esperar algo maior e nem dimensionar muita coisa devido à crise”. Deputados devem analisar a lei e já adiantaram que vão apresentar emendas.

O presidente da CCJ, deputado José Carlos Barbosa (DEM), o Barbosinha, adiantou que deverá propor emendas para realização de obras em município, em especial na cidade de Dourados.

O petista Pedro Kemp disse também que vai continuar com os enfrentamentos para garantir recursos à Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). "A gente sempre faz propostas para aumentar o repasse, vamos analisar novamente esse ano", acrescentou Kemp.

A expectativa é de que a proposta seja votada em plenário em dezembro de 2018. A apresentação de emendas já foi liberada pelo presidente da Casa de Leis, deputado Junior Mochi (MDB).

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".