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ESTELIONATO

Golpista é preso por usar documento falso de professor para comprar moto

Estelionatário já havia retirado em uma loja três televisões, duas de 50’ polegadas
24/04/2019 09:40 - BRUNA AQUINO


 

Preso por tentar utilizar documento do professor do Colégio Militar, Paulo Setterval, morto no dia 14 de abril em Bonito,  Ezio Miranda Fernandes, 52 anos, foi preso pela Polícia Civil tentando comprar uma motocicleta, em loja especializada, na Avenida Mato Grosso em Campo Grande.

Conforme informações da Polícia Civil, Ezio teria comprado três televisões, sendo duas de 50 polegadas com o mesmo documento. Outros dois suspeitos de ter participado do crime, dois irmãos foram presos em flagrante.

Segundo informações do boletim de ocorrência, na tarde de ontem (23), Ezio teria ido até a loja e comprar uma moto no valor de  R$ 16.832,48. No entanto, após apresentar o RG com a sua foto, mas com o nome de Paulo Setterval, os funcionários estranharam o nome por ter visto nos jornais e acionaram a polícia.

Após chegarem no local, Ezio estava supostamente “assinando os papéis” para a compra quando após se identificar como Setterval foi preso em flagrante. Ele confessou que comprou o RG falso de um homem, que não conhecia, mas que sabe apenas que mora no bairro Los Angeles. Ezio ainda informou que a mesma pessoa indicou que os produtos que conseguisse com o documento falso poderiam ser vendidos para um dos suspeitos, identificado como Jallyson.

A equipe do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil foi até a residência de Jallyson, no bairro Universitário e o abordaram nos fundos da casa tentando fugir pelo muro. Dentro da casa, a polícia encontrou uma pistola Taurus calibre .380 e uma televisão comprada por Ezio. Embaixo do sofá, estava o aparelho celular do suspeito que tentou esconder dos policiais.

Ele informou que a outra televisão comprada por Ezio estaria com seu irmão Wallyson e que ele teria dado R$ 1.200,00 para a compra  pois estava sem dinheiro. Procurado pela polícia, Wallyson explicou que havia ganho a televisão do irmão.

Todos foram encaminhados para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) no Centro pelos crimes de uso de documento falso, associação criminosa e posse ilegal de arma. Wallyson pagou fiança e foi liberado e os demais continuam detidos. 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.