SEM PROPOSTA

Funcionários dos Correios podem entrar em greve no dia 15

Trabalhadores pedem reajuste em salário e benefícios como vale alimentação e outros
12/09/2015 08:43 - NILCE LEMOS


Os Correios podem entrar de greve a partir do dia 15 de setembro, caso a empresa e os trabalhadores não entrem em acordo quanto à negociação do reajuste salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), Vale-Alimentação e Plano de Saúde que constam no Acordo Coletivo de Trabalho.

Elaine Regina Oliveira, presidente do sindicato dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de MS, disse ao site Dourados Agora, que a direção da empresa não apresentou nenhuma proposta de reajuste e ainda promove ataque ao plano de saúde da categoria, restringindo o acesso e criando cobranças que antes não existiam.

Conforme a reportagem, Elaine informa que todos os 36 sindicatos marcaram assembléias para o dia 15 de setembro e caso não tenha uma proposta da empresa – ou esta seja considerada insatisfatória – os funcionários dos Correios entrarão em greve a partir das 22 horas da próxima terça (15).

Segundo Elaine Regina disse ao site, a data foi definida na plenária da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores da ECT) onde a campanha salarial foi discutida. “Em nossa avaliação, a empresa está tratando as negociações com pouca seriedade e parece estar apostando que a categoria não vai se mobilizar para greve, pois apresentou uma proposta com 0% de reajuste. Queremos reajuste salarial com reposição da inflação e ganho real. Uma PLR (Participação nos Lucros e Resultados) condizente com o esforço que os trabalhadores da ECT fazem para a obtenção desses lucros e resultados ao longo do tempo. Concurso público para a contratação de efetivos suficientes e melhoria nos benefícios. Também defendemos o caráter público da ECT, contra a privatização.”

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".