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RODOVIAS FEDERAIS

Feriado sem mortes, mas 1,6 mil são autuados por excesso de velocidade

PRF deu início a Operação Semana Santa na última quinta-feira
21/04/2019 17:44 - TAINÁ JARA


 

Não houve mortes nas estradas federais de Mato Grosso do Sul durante o feriado prolongado. No entanto, 1.655 condutores foram autuados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), desde a 00h da última quinta-feira, por excesso de velocidade. O número representa quase 70% de todas os casos registrados em fiscalizações no decorrer destes dias.  

Além de dirigir em alta velocidade, 106 motoristas foram punidos por passagens indevidas, 56 passageiros foram flagrados sem cinto de segurança, assim como dez condutores. Vinte e uma crianças foram surpreendidas sem dispositivos de segurança.

Também foram realizados, 2.108 testes de alcoolemia, sendo que em 11 foi detectada embriaguez por constatação, em sete casos os condutores se recusaram a realizar o texto e quatro foram presos por terem bebido demais e dirigido.

Foram registrados apenas 11 acidentes nas rodovias federais do estado, sendo dois graves. Dezoito pessoas ficaram feridas e mortes não foram registradas. Conforme a PRF, foram fiscalizados 2.952 veículos e 3.566 pessoas.

No ano passado, durante a Semana Santa, a PRF registrou no estado 2.061 de flagrantes de excesso de velocidade, 106 infrações de ultrapassagens indevidas, sendo dessas, 103 praticadas em faixa dupla contínua.

O não uso do cinto de segurança foi responsável por 91 infrações, sendo 60 pelos passageiros do banco traseiro e 18 por crianças não estarem na cadeirinha ou assento de elevação. Nos quatro dias do feriado, foram notificados 12 acidentes, sendo 5 graves. 9 pessoas ficaram feridas e 1 pessoa morreu. Foram realizados 1.663 testes de etilômetro, 35 pessoas autuadas e 4 pessoas presas por embriaguez ao volante.


 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.