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CARNAVAL 2020

Famílias voltam à Esplanada no segundo dia de desfile de blocos

Folia também ocupa avenida de Campo Grande após quatro anos
23/02/2020 16:44 - Adriel Mattos


 

No segundo dia da passagem dos blocos de Carnaval pela Esplanada Ferroviária, em Campo Grande, as famílias voltaram a curtir a folia, desta vez com o bloco Capivara Blasé. Pessoas de todas as idades, com as fantasias mais variadas, também arriscavam alguns passos de samba.

Acostumada a curtir a festa em Dourados, a enfermeira Daniela Costa trouxe o marido, o administrador Luiz Diniz, e as filhas Sofia, de 11 anos, e Lara, de 10, pela primeira para os blocos campo-grandenses. “Nós íamos sempre em Dourados. Agora é a nossa primeira vez e viemos conhecer. Está bem legal”, disse Daniela.

A pequena Marina, de 3 anos, ficou encantada com tudo o que via. A mãe, Tassiana Barbosa, trouxe a filha pela primeira vez. “Viemos ontem [sábado, 22] e estava bem tranquilo. Tinha família, tinha cadeirantes”, afirmou.

Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM), a expectativa de público é de cerca de 30 mil pessoas, número próximo ao de sábado, quando 35 mil pessoas foram à Esplanada.

PROGRAMAÇÃO

A folia prossegue até terça-feira (25) na Capital. A Avenida Fernando Corrêa da Costa volta a receber foliões após quatros. Hoje, há matinê começando às 16h e indo até 19h, com show de Batucando Histórias e Fique à vontade (23).

À noite, Manu & Rafael, Henrique & Diego e Fascínio sobem ao palco da avenida. Segunda-feira (24), Mukando Kandongo, Pegada de Macaco e Samba 10 animam a folia. Haverá ainda um trio elétrico que será a grande brincadeira da noite para que todos possam se sentir nos grandes carnavais do país. Já na terça-feira (25), Sampri, Boka Loka e Fascínio fazem a festa.

Os shows começam às 21 horas e encerram às 3 horas. Haverá linhas de ônibus a partir das 3h30 para facilitar o usuário de transporte coletivo a retornar para casa. Todos os shows contarão com intérprete de libras no palco para inclusão das pessoas com deficiência.

 
 

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.