HOMICÍDIO DOLOSO

Ex-militar pode ter sido agredido <br> em outro local, diz polícia

Vítima estava com grande quantia em dinheiro, segundo irmã
19/05/2019 10:45 - TAINÁ JARA E DANIELLA ARRUDA


 

Jovem de 23 anos que foi encontrado morto e com sinais de espancamento na manhã de hoje em Campo Grande pode ter sido agredido em outro local, sendo depois “desovado” no cruzamento das ruas Cambuí e Lindóia. Essa é a principal linha de investigação da polícia sobre a morte de Dener de Oliveira Gomes. Também devem ser colhidas nas próximas horas depoimentos de pessoas próximas ao rapaz, entre elas a irmã da vítima, de 35 anos.

De acordo com informações do delegado plantonista da Depac Centro, Enilton Zalla, um dos indícios que reforçam a hipótese de espancamento em outro local é que os pés da vítima estavam limpos, não havia terra na sola deles. A equipe do Grupo de Operações e Investigações (GOI) está trabalhando nas investigações do caso, que será registrado como homicídio doloso (quando há intenção de matar).

PLANOS

Em entrevista ao Portal Correio do Estado, a irmã de Dener, que pediu para não ser identificada, informou que o jovem estava com uma quantia considerável em dinheiro, porque tinha sido dispensado há pouco tempo do serviço militar, onde trabalhou por cinco anos. Porém ela não soube dizer se esse dinheiro estava em poder do irmão ou depositado no banco.

Segundo informações de vizinhos, a vítima estava construindo um barraco na região da Vila Nasser. Ainda conforme a irmã da vítima, apesar de ser usuário de drogas “ele era muito cuidadoso tanto com dinheiro quanto com os documentos”. Quando o corpo do jovem foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros, estava sem identificação.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".