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Investigação

Empresário propõe ao MPE delação premiada contra Amorim

Empreiteiro teria usado notas frias para receber R$ 3 milhões do Estado

28 AGO 15 - 00h:00Da Redação

O microempresário José Airton Andrade Siqueira, há oito anos atuando no mercado da construção civil, foi ontem à tarde ao prédio da Procuradoria Geral de Justiça, sede do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, e se ofereceu a contar tudo que sabe sobre o suposto esquema envolvendo o empreiteiro João Alberto Kramer Amorim dos Santos, investigado por fraudes em licitações, superfaturamento de obras e corrupção de servidores. 

Airton, contudo, condicionou sua proposta à chamada delação premiada, recurso de natureza jurídica, que suaviza e até perdoa penas pela prática de eventuais crimes.

De acordo com o microempresário, a empreiteira de João Amorim, a Proteco Construções, usou notas fiscais de sua empresa para receber R$ 3 milhões do Estado, sem que ele fizesse uma sequer obra.

* A reportagem, de Celso Bejarano, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado

 

 

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