Cidades

TRANSPORTE

Empresa vence licitação de R$ 831,3 mil para construir estações de ônibus

Prefeitura pediu R$ 1,019 milhão para executar serviço

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Por R$ 831.377,01, a empresa LT Construções e Comércio venceu a concorrência pública para construção de plataformas e estações de embarque em Campo Grande. O aviso de resultado foi publicado na edição desta segunda-feira (7) do Diário Oficial do município (Diogrande).

Outra empresa, a Construtora Paulo Barbosa, foi desclassificada. A prefeitura tinha pedido pelo serviço R$ 1.019.581,77. As estações serão construídas nas ruas Bahia, Brilhante e Guia Lopes e também na avenida Bandeirantes.

CERTAME

A concorrência foi aberta em julho, conforme noticiou o Correio do Estado. As vias que vão receber as plataformas já estão prontas ou se preparando para receber obras de requalificação asfáltica para implantação de corredores exclusivos para ônibus.

O primeiro projeto de implantação de corredor exclusivo para ônibus está sendo executado nas ruas Brilhante, Guia Lopes, Marechal Teodoro e avenida Bandeirantes, região sudoeste. O projeto prevê requalificação num extensão de 12 quilômetros ao custo de R$ 23,5 milhões, provenientes do governo federal e da prefeitura.

Também com recursos federais, a prefeitura contratou, em maio, a empresa Equipe Engenharia para implantar corredor de transporte coletivo na rua Bahia, região central da Capital. O recurso investido será de R$ 4.392.305,41. A obra prevê a execução de 1 ,2 km de microdrenagem  e recapeamento de 1,75 km a serem executados até 2020.

Em setembro, cinco empresas foram habilitadas para concorrer à licitação: Marcozero Serviços de Arquitetura e Engenharia; Construtora Paulo Barboza, LT Construções e Comércio, Gomes & Azevedo e 7 Irmãos Comércio e Serviços. 

Os corredores do transporte coletivo urbano de Campo Grande, com faixas exclusivas para ônibus, devem ajudar a diminuir em aproximadamente 20 minutos as viagens dos usuários. Os veículos trafegam pela Capital com velocidade média de aproximadamente 16 km/h, porém, após a finalização do projeto de transporte urbano, os ônibus poderão transitar com média de 25 km/h, de acordo com o Consórcio Guaicurus, responsável pelo serviço.

POLÍCIA

Garagem de veículos aplica golpe e vende caminhonete avaliada em mais de R$ 300 mil

O veículo foi negociado em Campo Grande e após ser paga uma parte do valor, o dono do empreendimento se recusou a informar a localização do automóvel

31/01/2026 15h30

Caminhonete foi localizada em Santo Antônio do Sudoeste, no Paraná

Caminhonete foi localizada em Santo Antônio do Sudoeste, no Paraná Divulgação

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A Polícia Civil, com apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais  (BOPE/MS) e do Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (BPFRON/PR), recuperou uma caminhonete modelo Hilux, avaliada em mais de R$ 300 mil, que havia sido subtraída por meio de estelionato. O veículo foi localizado no município de Santo Antônio do Sudoeste, no Paraná.

De acordo com as informações apuradas, a vítima deixou a caminhonete em uma garagem de veículos após ser informada de que já haveria um comprador interessado. Na ocasião, foi firmado contrato de venda, com pagamento inicial de 10% do valor, equivalente a R$ 27.660,00, ficando o restante acordado para quitação no prazo de 20 dias úteis.

O valor, contudo, não foi quitado no prazo combinado. A vítima tentou contato por diversas vezes, mas o responsável pela negociação passou a se negar a informar a localização do veículo, limitando-se a afirmar que efetuaria o pagamento, o que não ocorreu.

Após o registro do boletim de ocorrência na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC/CEPOL), a equipe policial iniciou um trabalho investigativo que resultou na localização da caminhonete fora do estado.

Em ação integrada, a DEPAC/CEPOL, por meio da inteligência do BOPE, realizou contato com a equipe do Canil do BPFRON/PR, que conseguiu localizar e recuperar o veículo, o qual se encontrava na posse de uma garagem de compra e venda de automóveis.

Com a atuação conjunta das forças de segurança dos dois estados, a caminhonete foi apreendida e colocada à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

A Polícia Civil destaca que este é mais um veículo recuperado em investigações relacionadas a estelionatos praticados por uma organização criminosa, a qual utilizava a garagem de veículos como meio para aplicar golpes em Campo Grande.

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Cidades

Ministério da Saúde diz que vírus Nipah não ameaça o Brasil

Avaliação é a mesma da Organização Mundial da Saúde

31/01/2026 14h00

Crédito: Freepik

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O Ministério da Saúde explicou nesta sexta-feira (30) que o vírus Nipah, que teve dois casos confirmados na província indiana de Bengala Ocidental, na Índia, tem potencial baixo de causar uma nova pandemia e não representa uma ameaça para o Brasil.

A avaliação é a mesma divulgada pela Organização Mundial da Saúde em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira. 

A autoridade sanitária do governo brasileiro esclareceu que o último dos dois casos confirmados na Índia foi diagnosticado em 13 de janeiro, e que, desde então, foram identificados 198 contatos dos casos confirmados. Todos foram monitorados e os testes tiveram resultados negativos para a doença. 

"Diante do cenário atual, não há qualquer indicação de risco para a população brasileira. As autoridades de saúde seguem em monitoramento contínuo, em alinhamento com organismos internacionais", esclareceu o Ministério da Saúde. 

O ministério afirmou que mantém no Brasil protocolos permanentes de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, em articulação com instituições de referência como o Instituto Evandro Chagas e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além da participação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). 

O Nipah já foi identificado outras vezes no Sudeste da Ásia. Segundo a Organização Mundial da Saúde, ele foi descoberto em 1999, em um surto entre criadores de porcos na Malásia, e é detectado com regularidade em Bangladesh e na Índia.

Consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, o professor de infectologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) Benedito Fonseca explicou, em entrevista à Agência Brasil, que a incidência na Índia está ligada à presença de uma espécie de morcegos que serve de hospedeiro para o vírus, que por isso é classificado como zoonótico. 

Esses morcegos, que não vivem no continente americano, se alimentam de frutas e de uma seiva doce que também são consumidas por seres humanos e animais domésticos nesta época do ano, e isso causa a contaminação. Também há relatos de que secreções de pessoas infectadas podem transmiti-lo.

“Os vírus [zoonóticos] normalmente têm uma relação muito íntima com o seu reservatório. E esse morcego tem uma distribuição grande na Ásia, mas não tem distribuição nem na Europa nem nas Américas. Acredito que o potencial pandêmico, de uma distribuição no mundo todo, é pequeno”, avaliou Fonseca. 

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