Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, terça, 23 de outubro de 2018

VANDALISMO

Em menos de uma semana, quatro relógios de ponto são adulterados

Equipamentos foram instalados no começo do mês nas unidades de saúde

9 AGO 2018Por GLAUCEA VACCARI18h:43

Instalados há menos de dez dias, quatro equipamentos de controle de frequência biométrico, os pontos eletrônicos, já foram danificados nas unidades de saúde de Campo Grande. Na tarde de hoje, o vandalismo ocorreu no equipamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Leblon.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), o leitor biométrico do ponto eletrônico foi danificado no caso de hoje. Equipe da Coordenadoria de Gestão e Suporte de Tecnologia da Informação foi até o local verificar a situação e avalia se há necessidade de troca.

Por conta dos danos recorrerentes, a Sesau procurou a Polícia Civil e registrou boletim de ocorrência, a fim de que haja investigação para que o responsável seja identificado e punido na esfera criminal.

Além da investigação policial, a Secretaria de Saúde também está fazendo as apurações sobre os atos de vandalismo. Caso os danos tenham sido feitos por servidores públicos, o mesmo pode ser punido até com exoneração.

No último sábado (4), dois relógios de ponto foram danificados no Centro de Especialidades Médicas. Substâncias esbranquiçada, aparentando ser cola “super bonder” foi colocada sobre o leitor de digitais dos equipamentos, invializando o funcionamento do leitor.

Já na quarta-feira (8), o vandalismo ocorreu na UPA Coronel Antonino, onde o leitor biométrico foi danificado com o uso de objeto pontiagudo e um produto semelhante a cola foi aspergido na parte externa do equipamento.

Cada aparelho custa em média R$ 5,5 mil e estão em funcionamento desde o dia 1° de agosto, nas unidades de urgência, gestão, almoxarifado, Laboratório Central (Labcen), Vigilância Sanitária, Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) e Centro de Controle de Zoonozes (CCZ).

No local onde os equipamentos estão não há câmeras de monitoramento. A Polícia Civil investiga todos os caso, registrados como dano qualificado.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também