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ACIDENTE AÉREO

Em audiência sobre tragédia da Chape, Nelson Trad cobra ajuda à familiares

Senador quer indenizações e responsibilização de culpados
18/06/2019 19:26 - GLAUCEA VACCARI


 

Mais de dois anos e meio depois da tragédia com o voo da Chapecoense, familiares e amigos das vítimas participaram, nesta terça-feira (18), de audiência pública Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), promovida pelo senador Nelson Trad Filho (PSD) com objetivo de buscar soluções para os litígios e indenizações, já que os prazos legais estão próximos da prescrição.

O senador foi procurado pela Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo da Chapecoense (AFAV-C), que pediam a audiência devido a demora em providências quanto a tragédia, que completa três anos em novembro e até agora não houve indenização às famílias ou responsabilização de culpados, segundo o parlamentar. 

“A audiência pública expôs um misto de emoção, indignação e de questionamentos que servem para todos nós parlamentares. Uma segunda audiência haverá e então vamos ouvir as autoridades estrangeiras incluindo o Itamaraty. Vamos atuar para que justiça seja feita!”, disse Nelson Trad Filho.

Acidente aéreo ocorreu em novembro de 2016 na Colômbia, com o time catarinense, e deixou 71 mortos e 6 feridos.

"O acidente calou as vozes das vítimas, mas não calou a voz dos seus familiares. O que sobrou nas nossas vidas foram os escombros. Vamos seguir lutando", disse a presidente da Associação.

Senador afirmou que o valor da indenização prevista no seguro aéreo obrigatório para passageiros no Brasil, de R$ 40 mil, "é estarrecedor".

“Votamos recentemente a favor de 100% de capital estrangeiro no mercado da aviação comercial brasileira, isso é bom, mas é preciso atentar e repensar as estratégias comerciais de seguro aéreo. Se tivermos que mudar a lei, mudemos a lei", concluiu Nelsinho.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?