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Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

orientações

PF faz ação para evitar pornografia
infantil em rede municipal de ensino

Palestra com diretores, coordenadores e professores alertou para problema

31 MAI 2017Por RODOLFO CÉSAR19h:21

A Polícia Federal e a psicóloga de universidade em Dourados, Priscila Pesqueira, apresentaram dados e informações a professores, diretores e coordenadores da Rede Municipal de Ensino para haver combate à pornografia infantil na segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul.

A palestra aconteceu hoje na Unigran e deu enfoque principalmente para que profissionais da rede de ensino tenham condições de identificar possíveis casos ocorridos com estudantes.

O policial federal Ruy Alves foi quem detalhou como a instituição atua para identificar suspeitos e formas de prevenção. Não há detalhamento local, mas no Brasil aproximadamente 100 mil casos acontecem anualmente e só 20% deles são denunciados. O país ocupa a 4ª posição mundial no ranking de violência sexual contra a criança e o adolescente.

"Em Dourados, as universidades mantêm clínicas de atendimento gratuito a familiares e vítimas desse tipo de crime", explicou Priscila Pesqueira.

O chefe da Delegacia da PF em Dourados, Nivaldo Lopes da Silva, participou do evento e reafirmou que na escola é possível haver um trabalho proativo para combater os abusos. "Os educadores são parcela representativa da sociedade formadora e multiplicadora de opinião e protetora de crianças e adolescentes", mencionou Silva, por meio de nota da assessoria de imprensa.

A Secretaria Municipal de Educação de Dourados confirmou que há preocupação em constatar esse tipo de crime na cidade. A representante da pasta na palestra foi Ivanete Martins Nunes.

A Polícia Federal recebe denúncias de pornografia infantil por meio do site Safe Net, pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br e também pelo disque-denúncia 100.

CRIMES NO ESTADO

Em maio, houve operação desencadeada em 18 estados, incluindo Mato Grosso do Sul, para combater a pornografia infantil. Foram expedidos na época 93 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e um de condução coercitiva.

Nessa ação, 10 mandados eram para Campo Grande e tinham o objetivo de apreender material de pessoas que compartilharam imagens e vídeos. Foram presos na época um advogado, um estudante de Direito e um comerciante.

Os três foram encontrados nos bairros Chácara Cachoeira, Vila Carvalho e no Guanandi. Os nomes deles não foram divulgados.

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