Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

VIDEOCONFERÊNCIA

Donos da JBS vão prestar depoimento sobre valores destinados ao Aquário

Juiz federal manteve denúncia do MPF e as oitivas serão em abril

1 MAR 19 - 15h:16MARESSA MENDONÇA E IZABELA JORNADA

O juiz federal Bruno Cézar da Cunha Teixeira, da 3ª Vara Federal, seção de Mato Grosso do Sul especializada em Crimes de Lavagem de Dinheiro e contra o Sistema Financeiro Nacional, após negar absolvição sumária, determinou a realização de novos depoimentos dos empresários Joesley e Wesley Batista, além de outros empresários ligados ao grupo JBS, sobre o esquema de desvio de recursos públicos, concessão de benefícios fiscais que vigorou no Estado entre 2007 e 2014, relacionados ao Aquário do Pantanal. As oitivas dos irmãos Batista serão realizadas por videoconferência, às 9h do dia 30 de abril. 

Conforme o despacho, assinado pelo magistrado,  além dos irmãos Batista, devem prestar depoimentos: Valdir Aparecido Boni, ex-diretor tributário do grupo JBS e os ex-contadores do grupo, Demilton Antonio de Castro e Florisvaldo Caetano de Oliveiro. Eles vão prestar esclarecimentos sobre pagamentos ilícitos feitos à organização liderada pelo ex-governador André Puccinelli (MDB) em troca de benefícios fiscais e também em relação ao montante repassados pela JBS à Proteco para locação de máquinas usadas na obra do Aquário do Pantanal. O trabalho não foi concluído até hoje. 

Além disso, eles devem responder questionamentos sobre pagamentos à outras empresas como Gráfica Alvorada, Instituto Ícone de Ensino, Gráfica Jafar, PSG Tecnologia Aplicada, ITel Informática, Mil Tec Tecnologia da Informática e Congeo Construção e Comércio por serviços não realizados. Estas empresas emitiam notas frias para dissimular o esquema de pagamento de propina.

Quanto aos pagamentos ilícitos realizados sob ordens de Puccinelli, a denúncia descreve, em reduzida síntese, que foram pagas pela JBS 4 notas fiscais frias, num valor total de R$ 9.500.143,00 emitidas pela empresa Proteco Contruções Ltda, de responsabilidade de João Amirim e de Elza Cristina, que foram pagas pela JBS 4 notas fiscais frias, num valor total de R$ 1.300.000,00, emitidas pela empresa Instituto Ícone de Ensino.

Ainda de acordo com a denúncia, Ivanildo da Cunha Miranda e André Luiz Cance intermediavam negociações com a JBS sobre o recebimento dos supostos valores. Ivanildo Miranda veio afirmar acordo de colaboração premiada com o MPF e a Polícia Federal, conforme a denúncia. 

Esse artigo foi útil para você?
Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também

Dia do Pantanal pode entrar no calendário de eventos de Mato Grosso do Sul
BIOMA IMPORTANTE

Dia do Pantanal pode entrar no calendário de eventos de MS

Protagonista de aditivo milionário, wi-fi é a próxima etapa do Reviva
RUA 14 de JULHO

Protagonista de aditivo milionário, instalação do wi-fi é a próxima etapa do Reviva

Morador de rua é encontrado morto com sinais de violência sexual
CAMPO GRANDE

Morador de rua é encontrado morto com sinais de violência sexual

Agência adia decisão sobre redução de pedágio na BR-163
REDUÇÃO DE 53,94%

Agência adia decisão sobre redução de pedágio na BR-163

Mais Lidas

Gostaria-mos de saber a sua opinião