MEIO AMBIENTE

Desmatamento castiga córrego Figueirão há quatro décadas

Derrubada de vegetação é causa principal do assoreamento do córrego
11/09/2015 07:00 - DA REDAÇÃO


 

Dura ao menos quatro décadas a agonia do Figueirão, córrego que cruza de ponta a ponta o município de nome igual, ao norte de Mato Grosso do Sul, a cerca de 250 quilômetros de Campo Grande. 

Estradas abertas de modo desproporcionado e o desmatamento excessivo de vegetação determinaram a ruína do riacho agora tomado por bancos de areia, sem peixes e pouca água.

A recuperação deste córrego exigiria hoje o investimento de milhões de reais e o reparo ainda seria incerto. 

“É como se um paciente ficasse sabendo que estava com câncer já em estágio bem avançado. A cura dependeria de um milagre”, diagnosticou Edilson Cotonett, militante na área ambiental, assim que questionado se teria como recuperar o córrego em Figueirão.

Para o coordenador do Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Taquari, o Cointa, Nilo Peçanha Coelho Filho, a erosão e o assoreamento que sufocam o riacho em questão surgiram entre a segunda metade dos anos 1970 e a década de 980. 

(*) A reportagem, de Celso Bejarano, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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Felpuda


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