INVESTIMENTOS

Deputados já adiantaram que <br> vão apresentar emendas à LDO

Parlamentar disse que vai novamente pedir mais repasses para a UEMS
19/06/2018 12:47 - Izabela Jornada


 

Deputados já adiantaram que vão apresentar emendas ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A matéria chegou na Assembleia Legislativa no último dia 14 e prevê valor de investimentos de 3,6% maior que os R$ 14,497 bilhões orçados para 2018. 

O texto do Executivo que propõe diretrizes para elaborações e execução de lei orçamentária de 2019 começou a tramitar no Legislativo e almeja receita de R$ 15,048 bilhões para o próximo ano.

O projeto de lei está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e deve seguir para outras comissões antes de ser votada em plenário. Mas mesmo antes de passar pela mão da maioria dos parlamentares, alguns já sinalizaram que vão pedir aumento de investimentos para áreas da saúde, educação e infraestrutura.

O deputado Felipe Orro disse que, novamente, vai brigar por maiores valores no repasse da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e que também vai pedir aumentos no repasse para infraestrutura.

“Quando eu tiver a oportunidade de analisar o projeto, vou ver que parte vou brigar, mas em relação à educação, com certeza vou apresentar emendas”, adiantou ele.

O parlamentar do PT, deputado Pedro Kemp disse que também vai apresentar emendas e que elas serão na área da educação. “Quero mais investimentos nas escolas de tempo integral, reformas nas escolas e consertos de quadras das unidades escolares”, detalhou o petista.

O deputado Márcio Fernandes (MDB) declarou que pretende apresentar emendas na área da saúde.

Já os demais parlamentares disseram que vão analisar melhor o projeto para depois declarar se vão ou não apresentar propostas. A matéria deve ser analisada na CCJ e a expectativa é de que seja votada em plenário só na semana que vem.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".