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OPORTUNIDADE

Prefeitura abre 498 vagas para 10 cursos de qualificação em Corumbá

As inscrições foram abertas nesta sexta-feira (16)

DA REDAÇÃO

16/01/2015 - 15h15
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A Prefeitura de Corumbá está disponibilizando um total de 498 vagas para 10 cursos de qualificação profissional no Centro de Qualificação para o Trabalho Dom Bosco. As inscrições são gratuítas e podem ser feitas nos Centros de Referência de Assistência Social I, II, III e IV. As aulas começam no dia 03 de fevereiro.

É o que informa o subsecretário de Assistência Social e Cidadania, Nilo Corrêa, acentuado que esta será a primeira turma de 2015. Conforme ele os cursos terão a duração máxima de três meses e integram um programa instituído pelo prefeito Paulo Duarte, visando a capacitação do trabalhador corumbaense, preparando-o para entrar ou mesmo voltar ao mercado, contribuindo para a melhoria da renda familiar.

“São cursos voltados para pessoas atendidas pelos programas sociais desenvolvidos pelo Município em parceria com o Governo Federal”, explicou. “É justamente por isso que as inscrições devem ser feitas nos CRAS localizados mais próximo da residência do beneficiado”, completou.

As inscrições foram abertas nesta sexta-feira (16). Segundo o coordenador administrativo do Centro Dom Bosco, Ronney Cesar Jard, os interessados devem procurar o CRAS mais próximo de sua residência, portando cópia do RG ou CPF, comprovante de residência e Numero de Inscrição Social (NIS). Lembra também que as vagassão limitadas.

As inscrições podem ser feitas nos CRAS da Rua Cáceres, s/nº, Bairro Centro América, entre as Ruas Totico de Medeiros e Fernando de Barros (I); da Rua José Maciel de Barros, s/nº, esquina com a 21 de Setembro, no Bairro Guató, atrás do Centro de Controle de Zoonoses (II); da Rua 21 de Setembro, 62, Bairro Cervejaria, próximo a Igreja São Pedro(III), e da Rua Edu Rocha, 1225, Bairro Aeroporto, entre as Ruas Porto Carreiro e Joaquim Murtinho (IV).

Segundo o gerente de Trabalho e Qualificação Profissional da Casa da Cidadania, Dílson Antônio Morais da Fonseca, estão sendo oferecidas 70 vagas para o curso de Assistente Administrativo, matutino e vespertino; 72 vagas para o curso de Informática Básica, matutino e vespertino; 36 vagas para Manutenção de Micro, matutino e vespertino. Os três cursos são destinados a alunos com idade a partir de 16 anos, com duração de três meses.

Outras 30 vagas estão sendo oferecidas para o curso de Oficina de Corte e Costura e Customização, vespertino e noturno, para alunos com idade mínima de 18 anos, e duração de um mês; 30 vagas para Montador de Móveis, vespertino, alunos a partir de 18 anos, com três meses de duração; 80 vagas para Libras Básico, matutino e noturno, a partir de 18 anos, duração de três meses.

Para o curso de Solda, matutino e vespertino, são 60 vagas, com idade a partir de 18 anos, duração de três meses; 60 vagas para Panificação, Confeitaria e Salgados, matutino e vespertino, idade a partir de 18 anos, duração de três meses.

Outras 30 vagas estão sendo ofertadas para o curso de Cabeleireiro noturno, e 30 para Manicura e Pedicura noturno. Os dois são destinados a alunos com idade a partir de 18 anos, com três meses de duração.

“Com as vagas são limitadas é importante que as pessoas interessadas procurem um CRAS mais próximo de sua casa para se inscrever. Esta é mais uma ação que vem ao encontro de uma orientação do nosso prefeito, que é levar a qualificação profissional para um número cada vez maior de pessoas”, disse Nilo Corrêa.

Quem já é qualificado e não se cadastrou, basta entrar no site da Prefeitura,www.corumba.ms.gov.br , no link do Banco de Oportunidades , que está disponibilizando os currículos, inclusive para pessoas com deficiência. Se preferir, pode enviar o curriculum pelo [email protected] .

Segurança de Barragens

Duas barragens de Campo Grande têm alto risco de acidente, aponta Imasul

Uma das estruturas também apresenta alto potencial de dano em caso de rompimento; levantamento identifica seis barragens na Capital e revela coordenadas dos reservatórios

22/08/2026 12h02

Rompimento de barragem no Nasa Park, em 2024, provocou enxurrada e deixou prejuízos na região de Campo Grande; imagem é de arquivo.

Rompimento de barragem no Nasa Park, em 2024, provocou enxurrada e deixou prejuízos na região de Campo Grande; imagem é de arquivo. Foto: Reprodução.

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Seis barragens localizadas em Campo Grande foram classificadas pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) de acordo com o risco de acidente e o potencial de danos provocados por um eventual rompimento.

Entre as estruturas analisadas, duas receberam classificação de alto risco, sendo que uma delas também apresenta alto dano potencial associado, combinação que representa o cenário de maior atenção entre os reservatórios relacionados pelo órgão ambiental.

As informações constam em publicação do Imasul no Diário Oficial do Estado de quinta´feira (20). O levantamento apresenta dados sobre os responsáveis pelas estruturas, coordenadas geográficas, altura, capacidade de armazenamento e classificação atribuída a cada barragem.

A situação que mais chama atenção é a da barragem identificada pelo código DURH006948, sob responsabilidade de Ermelindo Ramalho de Carvalho. A estrutura possui dois metros de altura e capacidade aproximada para armazenar 16,3 mil metros cúbicos de água.

Ela foi enquadrada simultaneamente nas categorias de alto risco e alto dano potencial associado. As classificações, apesar de aparecerem lado a lado, medem situações diferentes. O risco está relacionado às características da própria barragem e às condições consideradas na avaliação de sua segurança.

Já o dano potencial associado leva em conta as consequências que um eventual rompimento poderia provocar na área atingida.

Por isso, receber classificação de alto dano potencial não significa que o rompimento seja iminente. O enquadramento indica que, caso ocorra uma falha, as consequências podem ser mais significativas para pessoas, propriedades, infraestrutura, atividades econômicas ou meio ambiente.

Coordenadas mostram localização das estruturas

A publicação do Imasul também apresenta as coordenadas geográficas das barragens, permitindo localizar com maior precisão os reservatórios na zona rural de Campo Grande.

A DURH006948, que reúne alto risco e alto dano potencial, aparece nas coordenadas 20°36'36,16"S e 54°22'23,84"W.

Ermelindo Ramalho de Carvalho também figura como responsável por outra barragem incluída no levantamento, a DURH006950, localizada nas coordenadas 20°36'09,54"S e 54°23'13,39"W. As duas estruturas, portanto, estão relativamente próximas.

Registros ambientais municipais também relacionam o nome de Ermelindo a atividade rural na região da Área de Proteção Ambiental (APA) do Guariroba, na zona rural de Campo Grande.

A presença de reservatórios em áreas rurais torna especialmente relevante a análise do que existe abaixo das estruturas, já que a classificação de dano potencial considera justamente as possíveis consequências de um acidente.

Outra barragem também aparece com alto risco

Uma segunda estrutura de Campo Grande recebeu classificação de alto risco. Cadastrada como DURH006532, a barragem está sob responsabilidade de Luciano Zamboni.

A estrutura possui 0,75 metro de altura e capacidade estimada para armazenar aproximadamente 11,5 mil metros cúbicos de água.

Diferentemente da DURH006948, porém, o potencial de dano associado dessa barragem foi enquadrado como médio.

As coordenadas divulgadas pelo Imasul situam a DURH006532 em 20°28'37,70"S e 54°22'33,36"W, na zona rural da Capital.

Documentos municipais também trazem informações sobre propriedades rurais vinculadas a Luciano Zamboni. O nome dele aparece entre proprietários de imóveis localizados na Sub-Bacia do Córrego Saltinho, em Campo Grande, associado a duas matrículas rurais que somam aproximadamente 1.862 hectares.

Outros registros consultados relacionam Zamboni às propriedades denominadas Fazenda Bom Jardim e Fazenda Tradição, também em Campo Grande.

As informações ajudam a contextualizar a presença dos responsáveis no meio rural da Capital, enquanto as coordenadas publicadas pelo Imasul indicam os pontos geográficos das estruturas classificadas pelo instituto.

Seis barragens aparecem na relação

Além das duas estruturas classificadas com alto risco, outras quatro barragens de Campo Grande aparecem no levantamento com baixo potencial de dano associado.

Uma delas é a DURH031238, de responsabilidade de Ciro Yonamin*. A barragem possui dois metros de altura e capacidade aproximada para 27,1 mil metros cúbicos de água.

O volume é superior, inclusive, ao armazenado pela DURH006948, que recebeu a classificação mais preocupante do levantamento. A diferença evidencia que a capacidade de armazenamento, isoladamente, não determina o nível de risco ou de dano atribuído a uma barragem.

Também integra a relação a DURH006950, novamente sob responsabilidade de Ermelindo Ramalho de Carvalho. A estrutura possui dois metros de altura e comporta pouco mais de mil metros cúbicos de água.

Outra barragem, identificada como DURH036866, está sob responsabilidade de Ione Serenza Marques. Ela possui 4,32 metros de altura e capacidade aproximada de seis mil metros cúbicos.

A lista é completada por uma estrutura vinculada à RLPC Agropecuária Ltda.. Na publicação consultada, não foram informados altura e volume de armazenamento desse reservatório.

Risco e dano não significam a mesma coisa

A existência das duas classificações é fundamental para compreender o levantamento. Uma barragem pode apresentar características que elevem sua categoria de risco sem necessariamente estar localizada em uma região onde um eventual rompimento provoque consequências de grande proporção.

O contrário também pode ocorrer. Uma estrutura pode apresentar elevado potencial de dano em razão do que existe a jusante, termo técnico utilizado para definir a região situada abaixo do reservatório e que pode receber o fluxo de água, mesmo que outros aspectos de sua avaliação sejam diferentes.

Entre os elementos que podem ser considerados na análise estão população, propriedades rurais, estradas, cursos d'água, infraestrutura, atividades econômicas e áreas ambientalmente sensíveis.

O próprio Imasul já utilizou esse tipo de análise em fiscalizações realizadas em outras regiões do Estado, observando não somente as condições das estruturas, mas também os elementos existentes nas áreas que poderiam ser afetadas em uma situação de emergência.

No caso das seis barragens de Campo Grande, as coordenadas permitem identificar onde estão os reservatórios.

O levantamento, porém, não detalha quais pontos seriam atingidos pela água em eventual rompimento nem apresenta ao público, na relação divulgada, uma mancha de inundação das estruturas.

A questão ganha maior relevância no caso da DURH006948, justamente por reunir as duas classificações mais elevadas: alto risco e alto dano potencial associado.

Classificação ainda pode ser revista

O enquadramento divulgado pelo Imasul não necessariamente será definitivo. Conforme as informações publicadas, a classificação poderá ser revista caso os responsáveis apresentem justificativas e documentação relacionadas ao atendimento das normas atualizadas de segurança e às condições das estruturas.

A segurança de barragens exige acompanhamento contínuo porque as condições podem sofrer alterações ao longo do tempo. Manutenção, conservação, documentação técnica e mudanças nas áreas localizadas abaixo dos reservatórios estão entre os fatores capazes de interferir nas avaliações.

O levantamento ganha ainda mais relevância diante do histórico recente de acidentes envolvendo barragens na região de Campo Grande.

Em 2024, o rompimento de uma estrutura no condomínio rural Nasa Park, no limite entre Campo Grande e Jaraguari, provocou uma enxurrada que atingiu propriedades próximas à BR-163 e causou prejuízos a moradores da região.

O episódio ainda produziu discussões posteriores relacionadas à responsabilização e ao ressarcimento dos danos.

Não há indicação de relação entre o episódio do Nasa Park e as estruturas agora classificadas pelo Imasul. O caso, entretanto, dimensiona as consequências que uma falha desse tipo pode provocar e reforça a importância da fiscalização preventiva.

Com duas estruturas classificadas como de alto risco e uma delas também enquadrada com alto potencial de dano, o levantamento coloca em evidência a situação das barragens existentes na zona rural de Campo Grande e a necessidade de acompanhamento das condições de segurança dos reservatórios.

PARADA TOTAL

Ponte do Rio Paraguai ficará interditada por 19 horas

Este é o segundo fim de semana seguido que ocorre a paralisação do tráfego para reformas na estrutura

22/08/2026 11h30

Ponte sobre o Rio Paraguai passa por reparos na estrutura

Ponte sobre o Rio Paraguai passa por reparos na estrutura Divulgação: Prefeitura de Corumbá

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A ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá, terá interdição total pelo segundo fim de semana seguido para a realização das obras de recuperação da estrutura. A partir das 17h deste sábado (22), os veículos ficarão impedidos de passarem pelo local, até 12h de domingo (23).

Na próxima semana, nos dias 29 e 30 de agosto, será a terceira e última interdição. Os serviços incluem a recuperação das estruturas, correção de falhas e reforço da ponte, com o objetivo de ampliar a segurança, a durabilidade e a confiabilidade da estrutura.

De acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), os trabalhos estão na fase de concretagem da laje, que exige interrupções temporárias do tráfego para garantir a segurança dos usuários e as condições necessárias para a execução dos serviços.

O tráfego na ponte opera em meia pista, em sistema de pare e siga, desde o início das intervenções na estrutura. Os bloqueios têm sido realizados, preferencialmente, em fins de semana e no período noturno, com comunicação antecipada à população.

As obras de recuperação e com o tráfego em meia pista ocorrem desde o dia 12 de junho na ponte sobre o Rio Paraguai. 

A rodovia BR-262 é o único acesso asfaltado das cidades Corumbá e Ladário, que juntas somam em torno de 122 mil habitantes.

A reforma da ponte de 1,2 quilômetro foi contratada por R$ 11,7 milhões e, apesar de se tratar de rodovia federal, a obra está sendo bancada pelo Governo do Estado, que é responsável pela manutenção da estrutura desde conclusão, em meados de 2001.

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