Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, terça, 18 de dezembro de 2018

Otimismo

Consumo nas festas de Natal e ano novo chegam a R$ 70 milhões na Capital

Movimento na economia se aproxima de R$ 100 milhões com presentes

7 DEZ 2018Por RENAN NUCCI11h:27

O comércio de Campo Grande está otimista com o movimento do final de ano. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), a expectativa é de que o movimento seja de aproximadamente R$ 100 milhões. Só as comemorações de Natal e Ano Novo, representam R$ 70 milhões - em todo o estado a soma geral ultrapassa os R$ 400 milhões. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) prevê crescimento de 2% a 3%.

Segundo a economista Daniele Teixeira Dias, da Fecomércio, um dos fatores que motivam as boas expectativas é o saldo positivo de emprego, que conforme o último balanço, de outubro, apresentava saldo de 300 vagas. Além disso, o país sai de uma recessão que durou aproximadamente três anos. "Diante disso, gente projeta um crescimento de 10% no consumo neste ano em comparação com o ano passado", pontuou ela durante evento de chegada do Papai Noel no Pátio Central, no centro da cidade.

O preço médio de cada presente será de R$ 209, representando aumento de 14% em comparação com o ano passado, chegando ao total de R$ 30 milhões para o Natal. Ao todo, 61% da população economicamente ativa deve ir às compras. Para Adelaido Villa, a perspectiva de crescimento de 2% a 3% representam investimentos e contratações. Outro ponto importante é o que ele considera como "descentralização do comércio", marcado pelo fortalecimento dos estabelecimentos no bairros. 

"Saímos de uma  crise de três anos e apesar de pequeno, este crescimento representa muito se consideramos que até pouco tempo atrás estávamos com retração de 3% a 5%. Acredito que se não houvesse a greve dos caminhoneiros, talvez hoje estivéssemos anunciando 8% de crescimento. A descentralização do comércio cresceu 12% e o movimento nos bairros também será muito positivo", pontuou.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também