TRADIÇÃO

Com novo formato, bolo de Santo Antônio terá esse ano 1,2 mil alianças

Montagem do bolo quilométrico começa a partir das 14h desta quarta
12/06/2019 10:57 - BRUNA AQUINO


 

E quem está na esperança e tem fé de casar ainda neste ano pode comemorar. O tradicional bolo de Santo Antônio, santo que é padroeiro dos casamentos, será recheado com 1.200 alianças, 100 a mais que o ano passado. Mesmo estando na tradição, o grupo da paróquia responsável pela montagem do bolo milagroso decidiu inovar e nesse ano a base terá três andares.

O bolo será vendido amanhã após a missa na Paróquia Santo Antônio, na Travessa Lídia Baís, esquina com a Avenida Calógeras, região central de Campo Grande.  

De acordo com a chef responsável pela confecção Ana Paula Navarro, que coordena a confecção há dois anos, trabalham na montagem 100 voluntários. "Hoje na pré-montagem trabalham 30 pessoas, a tarde mesmo que é mais trabalho serão 100 voluntários, o formato vai ser um pouco diferente esse ano e aumentamos o número de alianças, 100 a mais do que teve no ano passado", disse.

A organização afirma que serão 25 metros de comprimento do bolo de creme de chocolate com doce de leite, sendo o peso total uma tonelada que vai render mais de 7 mil pedaços com valor de R$ 5. Haverá bombons em forma de boneco Santo Antônio. Dentre as milhares de aliança dentro do bolo, um par delas é de ouro. 

SANTO CASAMENTEIRO
Santo Antônio de Lisboa, ou Santo Antônio de Pádua nasceu em Lisboa no dia 15 de agosto, provavelmente entre os anos de 1191 e 1195. Este é considerado um dos santos mais populares entre os brasileiros e portugueses. No Brasil, Santo Antônio é conhecido por ser o "Santo Casamenteiro", sendo que o Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho no Brasil por ser a véspera do Dia de Santo Antônio.

De acordo com a crendice popular brasileira, neste dia as pessoas que desejam casar ou conseguir um namorado preparam simpatias para Santo Antônio, acompanhadas de orações.

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".