HABITAÇÕES POPULARES

Com articulação de Simone Tebet, MS receberá R$ 42 milhões

Projeto prevê construção de 500 casas populares
11/06/2019 16:49 - ALINE OLIVEIRA


 

Mato Grosso do Sul receberá R$ 42 milhões para construção de 500 habitações de interesse social. A informação foi confirmada nesta terça-feira (11) pelo gabinete da senadora, Simone Tebet (MDB-MS), depois de reunião com representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional. 

O público-alvo serão famílias com renda familiar de até R$ 3.520,00 e o recurso é resultado de uma solicitação de ampliação de crédito, para a contratação de empreendimentos do programa Carta de Crédito FGTS Associativo. 

A previsão inicial da Caixa Econômica Federal era de liberar pouco mais de R$ 7 milhões ao MS, recurso que seria insuficiente para a realização das obras. 

INTERLOCUÇÃO

No final de abril, a senadora Simone Tebet havia se reunido com o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, para solicitar a ampliação do valor para R$ 40 milhões. A CEF, então, encaminhou a solicitação ao Ministério.

“O governo cumpriu o compromisso e, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, liberou esses recursos tão necessários à construção de habitações populares. Serão contempladas 500 famílias, impactando na vida de pelo menos duas mil pessoas”, comemorou a senadora Simone Tebet. 

A diretora-presidente da Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul, Maria do Carmo Avesani Lopez, disse que a atuação da senadora junto à Caixa foi fundamental para garantir a ampliação e liberação do recurso.

“A gestão da senadora Simone Tebet junto à CEF foi de extrema importância para sensibilizar o Ministério dos projetos em desenvolvimento no Estado que ainda não tinham previsão orçamentária”, disse.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".